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Osigraft (eptotermin alfa) – Resumo das características do medicamento - M05BC02

Updated on site: 09-Oct-2017

Nome do medicamentoOsigraft
Código ATCM05BC02
Substânciaeptotermin alfa
FabricanteOlympus Biotech International Limited

1. NOME DO MEDICAMENTO

Osigraft 3,3 mg pó para suspensão para implantação

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Cada frasco para injectáveis contém 3,3 mg de eptotermin alfa*
* Produzida a partir da linha celular do ovário de hamster chinês (CHO) utilizando a tecnologia do ADN recombinante
Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3.

FORMA FARMACÊUTICA

autorizado

Pó para suspensão para implantação.

Pó granular branco a esbranquiçado.

4.

INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1

Indicações terapêuticas

 

 

Tratamento da não união da tíbia com uma duração de pelo menos 9 meses, secundária a traumatismo,

em doentes com maturidade esquelética, em casos em que o tratamento prévio com auto-enxertos não

foi bem sucedido ou em que a utilização de um auto-e xerto não é praticável.

4.2 Posologia e modo de administração

não

 

 

 

Posologia

Osigraft deveMedicamentoser utilizado por um cirurgião com as qualificações apropriadas.

A dose recomendada é uma só ad inistração em adultos. Dependendo do tamanho do defeito do osso, pode ser necessário utiliz r is do que um frasco para injectáveis de 1 g de Osigraft. A dose máxima recomendada não deve ex eder 2 frascos para injectáveis porque a eficácia do tratamento de não uniões utilizando doses mais elevadas ainda não está comprovada.

População p diátrica

Osigraft está contra-indicado em crianças e adolescentes (com menos de 18 anos) e doentes sem maturidade esquelética (ver secção 4.3).

Modo de administração:

Uso intra-ósseo

O produto reconstituído é administrado por colocação cirúrgica directa no local da não união em contacto com a superfície óssea preparada. Os tecidos moles circundantes são depois encerrados à volta do implante. A experiência obtida em ensaios clínicos controlados limita-se à estabilização da fractura por introdução intramedular de cavilhas de fixação.

1.Utilizando técnica estéril, retire o frasco para injectáveis da sua embalagem.

2.Levante a tampa de plástico e retire a cápsula do frasco para injectáveis.

Manuseie a cápsula com cuidado. Os bordos da cápsula são afiados e podem cortar ou danificar as luvas.

3.Com o polegar levante o bordo da tampa. Uma vez quebrado o vácuo, retire a tampa do frasco para injectáveis, segurando o frasco para injectáveis na vertical para evitar a perda de pó.

Não insira uma agulha através da tampa. A punção da tampa com uma agulha poderá resultar na contaminação do pó com partículas constituintes do material da tampa.

4.Para instruções acerca da reconstituição do medicamento antes da administração , ver secção 6.6.

5.Remova cirurgicamente o tecido fibroso, necrótico ou esclerótico e remova a descorticação de fragmentos ósseos de maneira apropriada de modo a que o Osigraft reconstituído fique em contacto directo com osso a sangrar e com o tecido ósseo viável.

6.Efectue uma hemostase adequada para assegurar que o material implantado não é desalojado do

local cirúrgico. Irrigue conforme necessário antes da implantação de Osigraft. N s cas s em que for praticável, as manipulações cirúrgicas do local devem estar concluídas antes a implantação do produto.

7.Aplique o produto reconstituído no local ósseo preparado utilizando um nstrumento estéril, como por exemplo uma espátula ou uma cureta. A quantidade de Osig aft deve ser aproximadamente igual ao tamanho do defeito ósseo.

8.Não aspire ou irrigue directamente o local do implante porqautorizadoe s partículas de Osigraft podem ser removidas. Se necessário, remova o excesso de fluido efectuando a aspiração nas zonas adjacentes ao local do implante ou absorva cuidadnãosamente a zona com uma esponja estéril.

9.Efectue o encerramento dos tecidos moles que circundam o defeito contendo o produto utilizando um material de sutura à escolha. O e cerramento é crucial para contenção do implante na área do defeito ósseo.

10.Após encerramento dos tecidos m les que circundam o defeito ósseo, irrigue o campo, se necessário, para remover qualquer p rção do produto que possa ter sido desalojado durante o encerramento dos tecidos moles.

11.Não coloque um dreno directamente no local do implante. Se necessário, coloque-o por via subcutânea.

4.3 ContraMedicamento-ind cações

O Osigraft não ve ser utilizado para doentes que:

têm hipersensibilidade conhecida à substância activa ou ao colagénio; têm imaturidade esquelética;

têm uma doença autoimune conhecida, incluindo artrite reumatóide, lúpus eritematoso disseminado, esclerodermia, síndrome de Sjögren e dermatomiosite/polimiosite;

têm uma infecção activa do local da não união ou uma infecção sistémica activa;

não têm a cobertura adequada de pele nem a irrigação sanguínea adequada do local da não união; têm fracturas vertebrais;

têm uma não união resultante de fracturas patológicas, doença metabólica óssea ou tumores;

têm um tumor na vizinhança do local da não união;

estão a receber quimioterapia, radioterapia ou tratamento imunossupressor.

Osigraft está contra-indicado em crianças e adolescentes (menos de 18 anos de idade) e doentes sem maturidade esquelética (ver secção 4.2).

4.4Advertências e precauções especiais de utilização

Precauções especiais de utilização

Osigraft não proporciona uma força biomecânica e deve ser utilizado com fixação interna ou externa nos casos em que é necessária uma estabilização mecânica inicial. Contudo, a fixação externa pode não proporcionar uma imobilização suficiente. Movimentos no local da não união podem perturbar o processo de consolidação da fractura. A experiência obtida em ensaios clínicos controlados limita-se à

estabilização do local de não união tibial por introdução intramedular simultânea de cavilhas. Na autorizado

maior parte dos casos, foram utilizadas barras intramedulares de fixação.

A utilização de Osigraft não constitui garantia de reparação, podendo ser necessária intervenção cirúrgica adicional.

O material implantado desalojado do local da não união pode originar ssificação ectópica nos tecidos

circundantes, acompanhada de potenciais complicações. Portanto, o Osigraft só pode ser administrado

no local do defeito sob visualização adequada e com o máximo c idado. É necessário cuidado especial para evitar perdas de Osigraft devido à irrigação da ferida, encerr mento defeituoso do tecido circundante ou hemostase inadequada.

Anticorpos

Foram detectados anticorpos contra a proteína OP-1 em 66% dos doentes no estudo de não união tibial

após administração de eptotermin alfa. A análise destes a ticorpos demonstrou que 9% tinha

 

capacidade neutralizante.Não se observou uma associaçãonãocom a evolução clínica ou com reacções

adversas em estudos clínicos. Deve estar-se ciente da possibilidade de uma resposta imunitária ao

Medicamento

 

Osigraft e devem efectuar-se os ensaios apr priados para detecção de anticorpos no soro nos casos em

que se suspeita de um efeito indesejável imuno-mediado, incluindo os casos em que o produto não é eficaz.

Utilização repetida

 

Não se pode recomend r

utilização repetida do produto. Estudos com anticorpos anti-OP-1

demonstraram alguma re

tividade cruzada com as proteínas ósseas morfogenéticas (BMP)

intimamente relacionadas, BMP-5 e BMP-6. Os anticorpos anti-OP-1 têm a capacidade de neutralizar

a actividade biológ ca

n vitro pelo menos da BMP-6. Portanto, ao readministrar-se eptotermin alfa,

pode existir um risco

e desenvolvimento de autoimunidade contra as proteínas BMP endógenas.

Interacção com outros medicamentos

A utilização de Osigraft com um produto de preenchimento de lacunas ósseas pode conduzir a um risco de aumento da inflamação e infecção locais e migração ocasional dos materiais implantados e, portanto, não é recomendada (ver secção 4.5).

4.5Interacções medicamentosas e outras formas de interacção

O ensaio clínico de referência em apoio da aprovação de Osigraft não incluiu a utilização de produtos de preenchimento de lacunas ósseas. Os dados de farmacovigilância após a introdução no mercado do produto em associação com um produto de preenchimento de lacunas ósseas pode conduzir a um aumento da inflamação e infecção locais e migração ocasional dos materiais implantados, e portanto não é recomendada.

4.6Fertilidade, gravidez e aleitamento

(Ossificação heterotópica / Miosite ossificante)
Teste positivo de anticorpos
(Formação de anticorpos)
Eritema no local da ferida no pós-operatório
(Eritema)
Sensibilidade ao toque após o procedimento
(Sensibilidade ao toque)
Tumefacção após o procedimento
(Tumefacção)
Aumento de formação óssea
Reacções adversas Comum

Mulheres com potencial para engravidar

Mulheres com potencial para engravidar devem informar o cirurgião da possibilidade de gravidez antes de tratamento com o medicamento.

Contracepção masculina e feminina

Mulheres com potencial para engravidar devem ser avisadas de que devem usar contracepção eficaz até pelo menos 12 meses após o tratamento.

Gravidez

Foram realizados estudos em animais, através dos quais não se podem excluir efeitos dos anticorpos anti-OP-1 no desenvolvimento embriofetal (ver secção 5.3). Devido aos riscos desconhecidos para o feto associados ao desenvolvimento potencial de anticorpos neutralizantes contra a proteína OP-1, Osigraft não deve ser utilizado durante a gravidez a menos que o potencial benefício justifique os riscos potenciais para o feto (ver secções 4.4 e 5.3).

Como a IgG humana é secretada no leite humano e o potencial efeito nocivo p ra o bebé é desconhecido, as mulheres não devem amamentar durante a terapêutica com Osigr ft (ver secção 5.3). Osigraft só deve ser administrado a mulheres a amamentar quando o médico ass stente decidir que os benefícios justificam os riscos. Recomenda-se a interrupção da amamentação a seguir ao tratamento.

Amamentaçãoautorizado Demonstrou-se, em estudos em animais, a excreção de anticorpos anti-OP-1 da classe as IgG no leite.

Fertilidade

Não há evidência que sugira que eptotermin alfa altera a fertilid de.

4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

4.8 Efeitos indesejáveis

não

 

 

 

A seguinte tabela de reacções adversas f i preparada para indicar efeitos indesejáveis observados e

Medicamento

 

 

 

 

 

Não relevante.

registados durante ensaios clínicos. Um padrão similar de reacções adversas foi verificado em notificações espontâneas, porém com frequência significantemente menor do que aquela observada nos ensaios clínicos. Também foi notificado que alguns doentes tratados com este produto sofreram vários efeitos indesejáveis associados à recente intervenção cirúrgica ortopédica.

As seguintes categorias são us das para classificar as reacções adversas por frequência de ocorrência: muito frequentes (≥1/10); frequentes (≥1/100 a <1/10); pouco frequentes (≥1/1.000 a <1/100); raros (≥1/10.000 a <1/1.000); muito raros (<1/10.000), desconhecido (não pode ser calculado a partir dos dados disponív is)

Classe de sistemas de órgãos

Afecções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos

Exames complementares de diagnóstico

Complicações de intervenções relacionadas com lesões e intoxicações

4.9Sobredosagem

Não foram descritos casos de sobredosagem.

5.PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

5.1Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: Medicamentos para tratamento de doenças dos ossos, proteínas ósseas morfogenéticas, código ATC: M05BC02

Osigraft é um medicamento osteoindutor e osteocondutor.

Mecanismo de acção

A eptotermin alfa, o princípio activo, inicia a formação de osso através da indução da diferenciação celular das células mesenquimatosas, que são mobilizadas para o local do implante a partir da medula óssea, periósteo e músculo. Assim que se liga à superfície das células, o princípio activo induz uma cascata de efeitos celulares que levam à produção de condroblastos e osteoblastos, que esempenham um papel essencial no processo de formação do osso. A matriz de colagénio é insolúvel e é constituída por partículas numa gama de tamanhos de 75-425 µm. Esta proporciona uma arm ção bioabsorvível adequada para a ancoragem de que dependem os processos de proliferação e d ferenciação de células induzidos pelo princípio activo. Os efeitos celulares induzidos pelo princípio activo realizam-se na matriz de colagénio. Esta matriz é também osteocondutora e permite crescimento do osso no interior da área do defeito a partir do osso saudável circundante.

Efeitos farmacodinâmicos

 

autorizado

 

 

O novo osso formado é mecânica e radiograficamente comparável ao osso normal. O novo osso

 

não

 

remodela-se naturalmente, formam-se as zonas corticais e s elementos medulares são produzidos.

Contudo, a utilização de Osigraft não constitui gara tia de reparação, podendo ser necessária uma intervenção cirúrgica adicional.

Eficácia e segurança clínicas

 

O ensaio principal sobre não união tibial c mparou Osigraft com o auto-enxerto com um ponto final

Medicamento

 

de eficácia primária ao fim de 9 meses após tratamento. As evoluções clínicas da dor e apoio de peso foram comparáveis às dos controlos com auto-enxerto (81% de sucesso no grupo de Osigraft, 77% de sucesso no grupo do auto-enxerto). Os resultados radiográficos de consolidação do grupo de tratamento com Osigraft foram ligeiramente inferiores aos do grupo de controlo com auto-enxertos (68% e 79% respectivamente).

5.2 Propriedades farmacocinéticas

Não existem da os farmacocinéticos sobre o princípio activo no ser humano. Contudo, os resultados de estudos de implantação de Osigraft em animais demonstram que o princípio activo eptotermin alfa não tem uma disponibilidade sistémica apreciável.

5.3 Dados de segurança pré-clínica

Foram realizados estudos de dose única e de dose repetida em diversos modelos animais (ratos, cães e primatas). Os resultados destes estudos não indicaram quaisquer efeitos de toxicidade inesperados ou sistémicos durante o período de observação e após administração.

Num estudo de implantação subcutânea de 2 anos em ratos, observou-se, como era de esperar, a formação de osso heterotópico. Sarcoma foi associado à presença, a longo prazo, de osso heterotópico. Este efeito, designado por carcinogenicidade do estado sólido, foi observado frequentemente em ratos nos quais foram implantados materiais sólidos (plásticos ou metais) por via subcutânea.

A ossificação heterotópica ocorre com frequência em seres humanos após traumatismo acidental ou cirúrgico. A ossificação heterotópica também pode ocorrer após a utilização. (ver secção 4.8). Contudo, evidências sugerem que em seres humanos a ossificação heterotópica não está relacionada com sarcoma.

O efeito dos anticorpos anti-OP-1 sobre o processo de ossificação foi estudado em cães após tratamento de dois defeitos nos ossos longos com implantações repetidas. Os resultados dos exames radiológicos e histológicos efectuados neste estudo não clínico revelaram ossificação com exposição inicial e repetida no mesmo animal. Foram detectados anticorpos contra OP-1 e contra o colagénio ósseo bovino tipo 1 após as duas exposições; a concentração máxima de anticorpos foi mais elevada depois da segunda implantação. Os níveis de anticorpos diminuíram para valores semelhantes aos basais durante o período de seguimento.

Foram realizados estudos controlados dos efeitos da exposição à eptotermin alfa no desenvolvimento pré e pós-natal em modelos com coelhos. A eptotermin alfa em adjuvante de Freund foi administrada

primeiro por via subcutânea, tendo-se administrado doses de reforço 14 e 28 dias depois. Colheram-se

Um aumento estatisticamente significativo de malformações fetautorizadois (sternebrae mal alinhadas) foi observado nas crias do grupo imunizado contra a OP-1. Num utro estudo, observou-se uma diferença

amostras de sangue e de leite em intervalos regulares que foram analisadas utilizando um ensaio

imunoenzimático de fase sólida (ELISA). Desenvolveram-se níveis detectáveis de antic rp s IgG e IgM contra a eptotermin alfa que foram detectados no soro de todos os animais dultos expostos.

Detectaram-se anticorpos contra a eptotermin alfa em soros retirados de sangue fet l e do cordão

umbilical combinado em níveis que se correlacionam com os do sangue mate no. Foram detectados

anticorpos nos adultos e na progénie durante os períodos de gestação e de lactação. Títulos significativamente elevados de anticorpos anti-OP-1 da classe das IgG f ram detectados no leite durante todo o estudo da fase pós-natal até ao dia 28 da lactação (ver secção 4.6).

no aumento de peso corporal nas fêmeas adultas imunizadas entre os dias 14 a 21 da lactação quando comparadas com os animais de controlo. Verificou-se que o peso da progénie no grupo tratado era

inferior ao do grupo de controlo durante o período de observação. As implicações clínicas destas

 

 

 

não

observações para uso humano do produto acabado ainda não são conhecidas. (ver secção 4.6).

 

 

 

6.

INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

 

6.1

Lista dos excipientes

 

 

Colagénio de origem bovina (seco por vácuo).

 

6.2

Incompatib l dades

 

 

 

Medicamento

 

 

Na ausência de stu os de compatibilidade, este medicamento não deve ser misturado com outros medicamentos.

6.3 Prazo de validade

3 anos.

O produto reconstituído deve ser imediatamente utilizado.

6.4Precauções especiais de conservação

Conservar no frigorífico (2 C - 8 C).

6.5 Natureza e conteúdo do recipiente e equipamento especial para utilização, administração ou implantação

Pó num frasco para injectáveis de vidro (Tipo 1, de borossilicato) vedado com uma tampa (borracha butílica) e uma cápsula (alumínio).

O acondicionamento primário é conservado estéril numa embalagem blister, constituída por dois tabuleiros e tampas de plástico (interior e exterior).

Embalagem de 1 frasco para injectáveis.

6.6Precauções especiais de eliminação e manuseamento

Reconstituição

Cada frasco para injectáveis de Osigraft é reconstituído com 2 a 3 ml de uma solução de cloreto de sódio estéril de 9 mg/ml (0,9% p/v) antes de ser utilizado. A solução de cloreto de sódio estéril para injectáveis e o conteúdo do frasco para injectáveis de Osigraft são transferidos para um recipiente

estéril

autorizado

e misturados com uma espátula ou uma cureta estéreis. Para evitar quebrar o frasco não bater, nem ao de leve, na base do mesmo ao transferir o conteúdo. Após a reconstituição, a suspensão para utilização única para implantação deve ser imediatamente utilizada.

Administração

Quando é reconstituído, o Osigraft tem a consistência de areia molhada, que facilita a sua implantação e colocação no local de defeitos ósseos.

Eliminação

Os produtos não utilizados ou os resíduos devem ser eliminados de cordo com as exigências locais.

7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Olympus Biotech International Limited

não

40 Upper Mount Street

 

Dublin 2

 

 

 

 

 

Irlanda

 

 

 

Tel +353 87 9278653

 

 

medicalinfo@olympusbiotech.com

 

 

 

Medicamento

 

 

8.NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

EU/1/01/179/001

9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Data da primeira autorização 18.05.2001

Data da última renovação da autorização de introdução no mercado: 18.05.2011

10.DATA DA REVISÃO DO TEXTO

Informação pormenorizada sobre este medicamento está disponível na Internet no site da Agência Europeia de Medicamentos http://www.ema.europa.eu/

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