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Vitekta (elvitegravir) – Resumo das características do medicamento - J05AX11

Updated on site: 10-Oct-2017

Nome do medicamentoVitekta
Código ATCJ05AX11
Substânciaelvitegravir
FabricanteGilead Sciences International Ltd
Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.
Excipiente com efeito conhecido: Cada comprimido mono-hidratada).
Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Isto irá permitir a rápida identificação de nova informação de segurança. Pede-se aos profissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas. Para saber como notificar reações adversas, ver secção 4.8.

1. NOME DO MEDICAMENTO

Vitekta 85 mg comprimidos revestidos por película

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Cada comprimido revestido por película contém 85 mg de elvitegravir.autorizado contém 6,2 mg de lactose (sob a forma

3. FORMA FARMACÊUTICA

Comprimido revestido por película (comprimido).

4.

INFORMAÇÕES CLÍNICAS

não

 

4.1

Indicações terapêuticas

 

Comprimido revestido por película, de cor verde, com a f rma de um pentágono, com as dimensões 8,9 mm x 8,7 mm, gravado com “GSI” num lado do comprimido e c m “85” no outro lado do comprimido.

Vitekta, coadministrado com um inibid r da protease potenciado pelo ritonavir e com outros agentes antirretrovirais, é indicado para o ra amento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana-1

(VIH-1) em adultos que stão i

f tados pelo VIH-1 sem mutações conhecidas associadas com

resistência ao elvitegravir (v r s

cções 4.2 e 5.1).

4.2 Posologia e odo de administração

Medicamento

A terapêuti deve ser iniciada por um médico com experiência no tratamento da infeção pelo VIH.

Posolog a

Vitekta eve ser administrado em associação com um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir.

O R sumo das Características do Medicamento do inibidor da protease potenciado pelo ritonavir deve s r consultado.

A dose recomendada de Vitekta é de um comprimido de 85 mg ou de um comprimido de 150 mg tomado por via oral uma vez por dia com alimentos. A escolha da dose de Vitekta depende do inibidor da protease coadministrado (ver Tabela 1 e secções 4.4 e 4.5). Para utilizar o comprimido de 150 mg, queira consultar o Resumo das Características do Medicamento de Vitekta 150 mg comprimidos.

Vitekta deve ser administrado uma vez por dia como se indica a seguir:

-à mesma hora de um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir administrado uma vez por dia

-ou com a primeira dose de um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir administrado duas vezes por dia.

Tabela 1: Regimes posológicos recomendados

Dose de Vitekta

Dose do inibidor da protease potenciado pelo ritonavir

 

coadministrado

 

85 mg uma vez por dia

atazanavir 300 mg e ritonavir 100 mg uma vez por dia

 

 

 

lopinavir 400 mg e ritonavir 100 mg duas vezes por dia

 

 

 

 

 

 

150 mg uma vez por dia

darunavir 600 mg e ritonavir 100 mg duas vezes por d a

 

 

 

fosamprenavir 700 mg e ritonavir 100 mg duas vezes p

d a

 

 

 

 

Não existem dados para recomendar a utilização de Vitekta com outras freq ências p

sológicas ou

com outros inibidores da protease do VIH-1 que não estejam apresentados na Tabela 1.

Dose esquecida

 

 

Se um doente se esquecer de uma dose de Vitekta no perí do até 18 horas após a hora em que é

 

 

autorizado

habitualmente tomada, o doente deve tomar Vitekta com aliment s l go que for possível e continuar

com o esquema de toma normal. Se um doente se esquecer de uma d se de Vitekta e tiverem

decorrido mais de 18 horas, e estiver quase na hora de tomar a sua próxima dose, o doente não deve

tomar a dose esquecida e deve simplesmente conti uar com o esquema de toma habitual.

 

não

 

Se o doente vomitar no período até1 hora após tomar Vitekta, deve tomar outro comprimido.

Populações especiais

 

MedicamentoIdosos

Não existem dados disponíveis que possibilitem recomendar uma dose para doentes com idade superior a 65 anos (ver s cção 5.2).

Compromisso renal

Não é necessário ajuste posológico de Vitekta em doentes com compromisso renal (ver secção 5.2).

Compromisso hepático

Não é ne essário ajuste posológico de Vitekta em doentes com compromisso hepático ligeiro (Classe A de Child-Pugh) ou moderado (Classe B de Child-Pugh). O elvitegravir não foi estudado em doentes com compromisso hepático grave (Classe C de Child-Pugh) (ver secções 4.4 e 5.2).

População pediátrica

A s gurança e eficácia de elvitegravir em crianças com 0 a menos de 18 anos de idade não foram ainda estabelecidas (ver secção 5.1). Não existem dados disponíveis.

Modo de administração

Vitekta deve ser tomado por via oral, uma vez por dia, com alimentos (ver secção 5.2). O comprimido revestido por película não deve ser mastigado ou esmagado.

4.3 Contraindicações

Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes mencionados na secção 6.1.

Coadministração com os seguintes medicamentos devido ao potencial de perda de resposta virológica e possível desenvolvimento de resistência (ver secção 4.5):

anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital, fenitoína

antimicobacterianos: rifampicina

produtos à base de plantas: hipericão (Hypericum perforatum)

4.4 Advertências e precauções especiais de utilização

Embora uma supressão vírica eficaz com terapêutica antirretroviral tenha provado reduzir substancialmente o risco de transmissão sexual, não pode ser excluída a existência de um risco residual. Para prevenir a transmissão devem ser tomadas precauções de acordo com as orient ções nacionais.

Geraisautorizado

A utilização de Vitekta com outros inibidores da protease do VIH-1 ou outras frequênc as posológicas que não estejam apresentados na Tabela 1 pode resultar em níveis plasmátic s insuficientes ou elevados de elvitegravir e/ou dos medicamentos coadministrados.

Resistência

Os vírus resistentes ao elvitegravir apresentam, na maior parte dos c sos, resistência cruzada ao inibidor da transferência de cadeia da integrase raltegravir (ver secção 5.1).

que possível, Vitekta deve ser administrado com um nãoinibid r da pr tease potenciado pelo ritonavir totalmente ativo e com um segundo agente antirretroviral totalmente ativo para minimizar o potencial de falência virológica e o desenvolvimento de resistê cia (ver secção 5.1).

O elvitegravir possui uma barreira genética contra a resistência relativamente fraca. Portanto, sempre

Coadministração com outros medicamentos

O elvitegravir é metabolizado principalmente pelo CYP3A. A coadministração de Vitekta com

Medicamentoum inibidor da protease potenciado por outro agente, dado não terem sido estabelecidas as

indutores potentes do CYP3A (incluindo hipericão [Hypericum perforatum], rifampicina,

carbamazepina, fenobarbital e feni

ína) é cntraindicada (ver secções 4.3 e 4.5). A coadministração

de Vitekta com indutores moderad

s do CYP3A (incluindo, mas não se limitando ao efavirenz e ao

bosentano) não é recomendada (ver secção 4.5).

Devido à necessidade de coadministração de Vitekta com um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir, os prescritor s d v m consultar o Resumo das Características do Medicamento do inibidor

da protease coad

inistrado e do ritonavir para uma descrição dos medicamentos contraindicados e de

outras inter ções

edica entosas significativas que possam causar reações adversas potencialmente

fatais ou perda do efeito terapêutico e possível desenvolvimento de resistência.

Atazanav r/r tonavir e lopinavir/ritonavir demonstraram aumentar de forma significativa as concentrações plasmáticas de elvitegravir (ver secção 4.5). Quando utilizado em associação com atazanavir/ritonavir e lopinavir/ritonavir, a dose de Vitekta deve ser diminuída de 150 mg uma vez por dia para 85 mg uma vez por dia (ver secção 4.2).

Coadministração de Vitekta e de substâncias ativas relacionadas: Vitekta tem de ser utilizado em associação com um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir. Vitekta não deve ser utilizado com

recomendações posológicas para tais associações. A potenciação de elvitegravir com outro agente que não seja o ritonavir pode resultar em concentrações plasmáticas subótimas de elvitegravir e/ou do inibidor da protease levando a perda do efeito terapêutico e possível desenvolvimento de resistência.

Vitekta não deve ser utilizado em associação com medicamentos que contenham elvitegravir ou agentes potenciadores farmacocinéticos que não sejam o ritonavir.

Requisitos contracetivos

Doentes do sexo feminino com potencial para engravidar devem utilizar um contracetivo hormonal que contenha pelo menos 30 µg de etinilestradiol e contendo norgestimato como progestagénio ou devem utilizar um método de contraceção alternativo fiável (ver secções 4.5 e 4.6). A coadministração de elvitegravir com contracetivos orais contendo progestagénios que não sejam o norgestimato não foi estudada e, portanto, deve ser evitada.

As doentes que utilizam estrogénios como terapêutica hormonal de substituição devem ser

clinicamente monitorizadas quanto a sinais de deficiência estrogénica (ver secção 4.5). autorizado

Infeções oportunistas

Os doentes em tratamento com Vitekta ou outra terapêutica antirretroviral podem continuar a desenvolver infeções oportunistas e outras complicações da infeção pelo VIH e, portanto, devem permanecer sob observação clínica cuidadosa de médicos com experiência no tratamento de doentes com doenças associadas ao VIH.

Doentes coinfetados pelo VIH e vírus da hepatite B ou C

Os doentes com hepatite crónica B ou C em tratamento com terapêutica an irre r viral têm um risco aumentado de sofrerem reações adversas hepáticas graves e potencialmen e fa ais.

Os médicos deverão consultar as normas orientadoras atuais para o tr t mento do VIH para uma melhor gestão da infeção pelo VIH em doentes coinfetados pelo vírus da hepatite B (VHB).

Doença hepática

não

 

Elvitegravir não foi estudado em doentes com compromisso hepático grave (Classe C de Child-Pugh).

Não é necessário ajuste posológico de Vitekta em doentes com compromisso hepático ligeiro (Classe A de Child-Pugh) ou moderado (Classe B de Child-Pugh) (ver secções 4.2 e 5.2).

Os doentes com disfunção hepática pré-existente,incluindo hepatite crónica ativa, têm uma frequência aumentada de alterações da função hep tica durante a terapêutica antirretroviral

Medicamentocombinada (TARC) e devem ser monitorizados de acordo com a prática clínica. Se nestes doentes existir evidência de agravamento da d ença hepática, deve ser considerada a paragem ou interrupção

do tratamento.

Peso e parâmetros metabólicos

Durante a terapêutica antirr troviral pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Estas alt raçõ s podem estar em parte associadas ao controlo da doença e ao estilo de vida. Para os lípidos, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento, enquanto para o aumento do peso não existe uma evidência forte que o relacione com um tratamento em particular. Para a monitoriz ção dos lípidos e glucose no sangue é feita referência às orientações estabelecidas para o tratamento do VIH. As alterações lipídicas devem ser tratadas de modo clinicamente

apropr ado.

Sín rome e Reativação Imunológica

Em do ntes infetados pelo VIH com deficiência imunológica grave à data da instituição da TARC, pode ocorrer uma reação inflamatória a infeções oportunistas assintomáticas ou residuais e causar várias situações clínicas graves, ou o agravamento dos sintomas. Tipicamente, estas reações foram observadas durante as primeiras semanas ou meses após início da TARC. São exemplos relevantes a retinite por citomegalovírus, as infeções micobacterianas generalizadas e/ou focais e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii. Qualquer sintoma de inflamação deve ser avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento.

Doenças autoimunes (tal como a Doença de Graves), também têm sido descritas como tendo ocorrido no contexto de reativação imunitária; no entanto, o tempo de início descrito é mais variável e estes acontecimentos podem ocorrer muitos meses após o início do tratamento.

Osteonecrose

Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doença por VIH avançada e/ou exposição prolongada a TARC, apesar da etiologia ser considerada multifatorial (incluindo a utilização de corticosteróides, o consumo de álcool, a imunossupressão grave, um índice de massa corporal aumentado). Os doentes devem ser instruídos a procurar aconselhamento médico caso sintam mal-estar e dor articular, rigidez articular ou dificuldade de movimentos.

Excipientes

Vitekta contém lactose. Consequentemente, os doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase de Lapp, ou má absorção de glucose-galactose não devem tomar este medicamento.

Interações com indutores do CYP3Aautorizado O elvitegravir é metabolizado principalmente pelo CYP3A (ver secção 5.2). Prevê-se que os

4.5 Interações medicamentosas e outras formas de interação

Os estudos de interação só foram realizados em adultos.

medicamentos que são indutores potentes (causam um aumento > 5 vezes na depuração do substrato) ou moderados (causam um aumento de 2-5 vezes na depuração do substra o) do CYP3A diminuam as concentrações plasmáticas de elvitegravir.

Utilização concomitante contraindicada

A coadministração de Vitekta com medicamentos que são indut res potentes do CYP3A é contraindicada dado que a diminuição prevista das concentrações plasmáticas de elvitegravir pode causar perda do efeito terapêutico e possível desenvolvimento de resistência ao elvitegravir (ver secção 4.3).

Utilização concomitante não recomendada

não

 

A coadministração de Vitekta com medicamentos que são indutores moderados do CYP3A

(incluindo, mas não se limitando ao efavirenz e ao bosentano) não é recomendada dado que a

diminuição prevista das concen rações plasmáticasde elvitegravir pode causar perda do efeito

terapêutico e possível desenvolvimen de resistência ao elvitegravir (ver secção 4.4).

Medicamentoaumentar de forma significativa as concentrações plasmáticas de elvitegravir (ver a Tabela 2). Consequentemente, quando utilizado em associação com atazanavir/ritonavir e lopinavir/ritonavir, a

Interações que exigem o ajuste posológico de Vitekta

O elvitegravir é submetido a um metabolismo oxidativo através do CYP3A (via principal), e a glucuronidação através das nzimas UGT1A1/3 (via de menor importância). A coadministração de

Vitekta com medica

entos que são inibidores potentes da UGT1A1/3 pode resultar no aumento das

concentrações pl s

áticas de elvitegravir podendo ser necessárias modificações da dose. Por

exemplo, at z n vir/ritonavir e lopinavir/ritonavir (inibidores potentes da UGT1A1/3) demonstraram

dose e V tekta deve ser diminuída de 150 mg uma vez por dia para 85 mg uma vez por dia (ver s cção 4.2 e 4.4).

Outras interações

O elvitegravir é um indutor modesto e pode ter o potencial de induzir o CYP2C9 e/ou as enzimas induzíveis da UGT. Consequentemente, elvitegravir pode diminuir a concentração plasmática de substratos do CYP2C9 (como a varfarina) ou da UGT (como o etinilestradiol). Além disso, estudos in vitro demonstraram que o elvitegravir é um indutor fraco a modesto das enzimas CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A. O elvitegravir terá também o potencial de ser um indutor fraco a modesto das enzimas CYP2B6 e CYP2C8, visto que estas enzimas são reguladas de maneira semelhante ao CYP2C9 e ao CYP3A. Contudo, os dados clínicos demonstraram que não existem alterações clinicamente relevantes na exposição da metadona (que é metabolizada principalmente pelos CYP2B6 e CYP2C19) após coadministração com elvitegravir potenciado versus administração de metadona isolada (ver Tabela 2).

O elvitegravir é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 (OATP – polipéptidos transportadores de aniões orgânicos) e um inibidor do OATP1B3 in vitro. A relevância in vivo destas interações não é clara.

As interações entre o elvitegravir e os potenciais medicamentos coadministrados estão indicadas na

Tabela 2 abaixo (um aumento é indicado como “↑”, uma diminuição como “↓”, sem alteração como

“↔”). Estas interações baseiam-se em estudos de interação medicamentosa ou em interações previstas

devidas à amplitude de interação esperada e ao potencial para acontecimentos adversos graves ou

perda de efeito terapêutico.

autorizado

 

 

Nos casos em que foram estudadas interações, o efeito sobre Vitekta foi determinado comparan

o a

farmacocinética do elvitegravir potenciado (utilizando ritonavir ou cobicistate como intensific

or

farmacocinético) na ausência e na presença do medicamento coadministrado. Não foram estud d s

interações utilizando elvitegravir não potenciado. Exceto quando indicado na Tabela 2, a dose de

elvitegravir potenciado ou do medicamento coadministrado foi a mesma quando adm n st ada

 

isoladamente ou em associação. Os parâmetros farmacocinéticos dos inibidores da p tease

 

apresentados na Tabela 2 foram avaliados na presença de ritonavir.

 

 

Embora possam não existir interações reais ou previstas entre um medicamen o e o elvitegravir, poderão existir interações entre um medicamento e ritonavir e/ou o inibidor da protease coadministrado com elvitegravir. O prescritor deverá consultar sempre o Resumo das Características do Medicamento de ritonavir ou do inibidor da protease.

 

Tabela 2: Interações entre elvitegravir e outros medicament

s

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os íveis dos

 

Recomendação respeitante à

 

terapêuticas

 

fármacos

 

coadministração com elvitegravir

 

 

Alteração média em

 

potenciado pelo ritonavir

 

 

 

 

não

 

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

 

ANTIRRETROVIRAIS

 

 

 

 

 

Inibidores da protease do VIH

 

 

 

 

 

 

Atazanavir (300 mg uma vez por

A azanavir/Ritonavir

 

Quando utilizado em associação com

 

dia)

demonstraram aumentar de

 

atazanavir, a dose de Vitekta deve ser

 

Elvitegravir (200 mg uma v z por

forma significativa as

 

de 85 mg uma vez por dia. Quando

 

dia)

concentrações plasmáticas de

 

utilizado em associação com Vitekta, a

 

Ritonavir (100 mg uma v z por

elvitegravir.

 

 

dose recomendada de atazanavir é de

 

dia)

 

 

 

 

300 mg com ritonavir na dose de

 

Medicamento

Elvitegravir:

 

 

100 mg uma vez por dia.

 

AUC: ↑ 100%

 

 

 

 

Cmax: ↑ 85%

 

 

Não existem dados disponíveis para que

 

Cmin: ↑ 188%

 

 

possam ser feitas recomendações

 

Atazanavir:

 

 

posológicas para a coadministração

 

 

 

com outras doses de atazanavir (ver

 

AUC: ↔

 

 

 

secção 4.2).

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

Cmin: ↓ 35%

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

 

 

terapêuticas

 

fármacos

 

 

 

Alteração média em

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

Atazanavir (300 mg uma vez por

Elvitegravir:

 

 

 

dia)

AUC: ↔*

 

 

 

 

Elvitegravir (85 mg uma vez por

Cmax: ↔*

 

 

 

 

dia)

Cmin: ↑ 38%*

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Atazanavir:

 

 

 

dia)

 

 

 

 

AUC: ↔**

 

 

 

 

Cmax: ↔**

 

 

 

 

 

Cmin: ↔**

 

 

 

 

 

*quando comparado com

 

 

 

elvitegravir/ritonavir

 

 

 

150/100 mg uma vez por dia.

 

 

 

**quando comparado com

 

 

 

atazanavir/ritonavir 300/100 mg

 

 

 

uma vez por dia

 

 

 

Darunavir (600 mg duas vezes por

Elvitegravir:

 

 

 

dia)

AUC: ↔

 

 

 

 

Elvitegravir (125 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

não

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

Ritonavir (100 mg duas vezes por

Darunavir:

 

 

 

dia)

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

dia)

Cmax: ↔

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

Cmin: ↓ 17%

 

 

 

Fosamprenavir (700 mg duas vezes

Elvitegravir:

 

 

 

por dia)

AUC: ↔

 

 

 

 

Elvitegravir (125 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

 

 

Medicamento

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg duas vezes por

Fosamprenavir:

 

 

 

dia)

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

Lopinavir/Ritonavir (400/100 g

Lopinavir/Ritonavir

 

 

 

duas vezes por dia)

demonstraram aumentar de

 

 

Elvitegravir (125 g u vez por

forma significativa as

 

 

dia)

concentrações plasmáticas de

 

 

 

elvitegravir.

 

 

 

 

Elvitegravir:

 

 

 

 

AUC: ↑ 75%

 

 

 

 

Cmax: ↑ 52%

 

 

 

 

Cmin: ↑ 138%

 

 

 

 

Lopinavir:

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

Cmin: ↓ 8%

 

 

Recomendação respeitante à coadministração com elvitegravir potenciado pelo ritonavir

d run vir, a dose de Vitekta deve ser de 150 mg uma vez por dia.

Quautorizadondo tilizado em associação com

Não existem dados disponíveis para que possam ser feitas recomendações posológicas para a coadministração com outras doses de darunavir (ver secção 4.2).

Quando utilizado em associação com fosamprenavir, a dose de Vitekta deve ser de 150 mg uma vez por dia.

Não existem dados disponíveis para que possam ser feitas recomendações posológicas para a coadministração com outras doses de fosamprenavir (ver secção 4.2).

Quando utilizado em associação com lopinavir/ritonavir, a dose de Vitekta deve ser de 85 mg uma vez por dia.

Não existem dados disponíveis para que possam ser feitas recomendações posológicas para a coadministração com outras doses de lopinavir/ritonavir (ver secção 4.2).

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

Recomendação respeitante à

 

 

terapêuticas

fármacos

coadministração com elvitegravir

 

 

 

Alteração média em

potenciado pelo ritonavir

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

 

 

Tipranavir (500 mg duas vezes por

Elvitegravir:

 

Devido aos dados clínicos insuficientes

 

 

dia)

AUC: ↔

 

a associação de elvitegravir com

 

 

Elvitegravir (200 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

tipranavir não é recomendada (ver

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

secção 4.2).

 

 

 

Ritonavir (200 mg duas vezes por

Tipranavir:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↓ 11%

 

 

 

 

 

Inibidores nucleósidos da transcriptase reversa (NRTI)

 

 

 

 

Didanosina (400 mg uma vez por

Elvitegravir:

 

Como a didanosina é adm n str da com

 

 

dia)

AUC: ↔

 

o estômago vazio, deve á ser

 

 

Elvitegravir (200 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

administrada pelo menos uma hora

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

antes ou duas h as depois de Vitekta

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Didanosina:

 

(que é adminis rado c

m alimentos).

 

 

dia)

 

Recomenda-se a m nit

rização clínica.

 

 

 

AUC: ↓ 14%

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↓ 16%

 

 

 

 

 

Zidovudina (300 mg duas vezes

Elvitegravir:

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

por dia)

AUC: ↔

 

qu ndo Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (200 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

zid vudina.

 

 

 

dia)

Cmin: ↔

não

autorizado

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Zidovudina:

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

Estavudina (40 mg uma vez por

Elvitegravir:

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (200 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

estavudina.

 

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Es avudina:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

Abacavir (600 mg uma v z por

Elvitegravir:

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (200 g u a vez por

Cmax: ↔

 

abacavir.

 

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Abacavir:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

Tenofovir isoproxil fumarato

Elvitegravir:

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

(300 mg uma vez por dia)

AUC: ↔

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Emtricitabina (200 mg uma vez

Cmax: ↔

 

tenofovir disoproxil fumarato ou com

 

 

por dia)

Cmin: ↔

 

emtricitabina.

 

 

 

Elvitegravir (50 mg uma vez por

Tenofovir:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

AUC: ↔

 

 

 

 

 

Medicamento

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

 

Emtricitabina:

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

Recomendação respeitante à

terapêuticas

fármacos

coadministração com elvitegravir

 

Alteração média em

potenciado pelo ritonavir

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

Cmin

 

Inibidores não nucleósidos da transcriptase reversa (NNRTI)

 

Efavirenz

Interação não estudada com

 

A coadministração não é recomendada

 

 

 

elvitegravir.

 

 

(ver secção 4.4).

 

 

Prevê-se que a coadministração

 

autorizado

 

 

de efavirenz e elvitegravir

 

 

 

 

 

 

 

 

diminua as concentrações

 

 

 

 

 

plasmáticas de elvitegravir, o

 

 

 

 

 

que pode resultar na perda do

 

 

 

 

 

efeito terapêutico e possível

 

 

 

 

 

desenvolvimento de resistência.

 

 

 

 

Etravirina (200 mg duas vezes por

Elvitegravir:

 

 

Não são necessá ios ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

 

quando Vitekta é coadm n strado com

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

etravirina.

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Etravirina:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

 

 

não

 

 

 

 

Nevirapina

Interação não estudada com

 

A coadministração não é recomendada

 

 

elvitegravir.

 

 

(ver secção 4.4).

 

 

Prevê-se que a coadmi istraç o

 

 

 

 

 

de nevirapina e elvitegravir

 

 

 

 

 

diminua as conce trações

 

 

 

 

 

plasmáticas de elvitegravir, o

 

 

 

Medicamento

que pode resultar na perda do

 

 

 

efeito terapêutico e possível

 

 

 

 

 

desenv lvimentode resistência.

 

 

 

 

Rilpivirina

In eração não estudada com

 

Não se prevê que a coadministração de

 

 

elvi egravir.

 

 

elvitegravir e rilpivirina altere as

 

 

 

 

 

concentrações plasmáticas de

 

 

 

 

 

elvitegravir, portanto não são

 

 

 

 

 

necessários ajustes posológicos de

 

 

 

 

 

Vitekta.

 

Antagonistas do CCR5

 

 

 

 

 

 

Maraviroc (150 mg du s vezes por

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

Elvitegrav r (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

maraviroc.

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

§Devido à inibição do CYP3A pelo

 

Ritonav r (100 mg uma vez por

Maraviroc:§

 

 

 

dia)

 

 

ritonavir, a exposição ao maraviroc

 

 

AUC: ↑ 186%

 

 

aumenta de forma significativa.

 

 

Cmax: ↑ 115%

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↑ 323%

 

 

 

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

 

Recomendação respeitante à

 

 

terapêuticas

 

fármacos

 

coadministração com elvitegravir

 

 

 

 

 

Alteração média em

 

potenciado pelo ritonavir

 

 

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

 

 

ANTIÁCIDOS

 

 

 

 

 

 

 

 

Suspensão antiácida contendo

Elvitegravir (suspensão

 

As concentrações plasmáticas de

 

 

magnésio/alumínio (dose única de

antiácida administrada ± 4 horas

 

elvitegravir são mais baixas com

 

 

20 ml)

 

 

antes ou após a administração de

 

antiácidos devido à formação de

 

 

Elvitegravir (50 mg uma vez por

elvitegravir):

 

 

complexos no trato gastrointestinal e

 

 

dia)

 

 

AUC: ↔

 

 

não a alterações do pH gástrico.

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

Recomenda-se separar a administração

 

 

dia)

 

 

Cmin: ↔

 

 

de Vitekta e do antiácido em pelo

 

 

 

 

 

Elvitegravir (administração

 

menos 4 horas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

simultânea com antiácidos):

 

 

 

 

 

 

 

AUC: ↓ 45%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↓ 47%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↓ 41%

 

 

 

 

 

SUPLEMENTOS ALIMENTARES

 

 

 

 

 

 

Suplementos multivitamínicos

Interação não estudada com

 

Como o efei da f rmação de

 

 

 

 

 

elvitegravir.

 

 

complexos ca iónicos de elvitegravir

 

 

 

 

 

 

 

 

não pode ser excluído quando

 

 

 

 

 

 

 

 

co dministrado com suplementos

 

 

 

 

 

 

 

 

multivit mínicos, recomenda-se separar

 

 

 

 

 

 

 

 

a administração de Vitekta e

 

 

 

 

 

 

 

 

autorizado

 

 

 

 

 

 

 

 

suplementos multivitamínicos com um

 

 

 

 

 

 

 

 

intervalo de pelo menos 4 horas.

 

 

ANALGÉSICOS NARCÓTICOS

 

 

 

 

 

 

Metadona (80-120 mg uma vez por

Elvitegravir:

não

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

 

 

AUC: ↔

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

metadona.

 

 

dia)

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

Cobicistate (150 mg uma vez por

Me ad na:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Buprenorfina/Naloxona (16/4 mg a

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

24/6 mg diariamente)

 

AUC: ↔

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (150

g u

a v z por

Cmax: ↔

 

 

buprenorfina/naloxona.

 

 

dia)

g u

vez por

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Cobicistate (150

Buprenorfina:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AUC: ↑ 35%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↑ 12%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↑ 66%

 

 

 

 

 

 

 

 

Naloxona:

 

 

 

 

 

 

 

 

AUC: ↓ 28%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↓ 28%

 

 

 

 

 

ANTI-INFECIOSOS

 

 

 

 

 

 

 

Antifúngicos

 

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento

 

 

 

 

 

Cetoconazol (200 mg duas vezes

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

por dia)

 

 

AUC: ↑ 48%

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

cetoconazol.

 

 

dia)

 

 

Cmin: ↑ 67%

 

 

§Devido à inibição do CYP3A pelo

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

↑ Cetoconazol§

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

ritonavir, a exposição ao cetoconazol

 

 

 

 

 

 

 

 

aumenta.

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

 

Recomendação respeitante à

 

 

terapêuticas

 

fármacos

 

coadministração com elvitegravir

 

 

 

Alteração média em

 

potenciado pelo ritonavir

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

 

 

Inibidores da protease do VHC

 

 

 

 

 

 

 

Telaprevir (750 mg três vezes por

Telaprevir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)/

AUC: ↔

 

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (85 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

 

atazanavir potenciado com ritonavir

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

mais telaprevir.

 

 

Atazanavir (300 mg uma vez por

Elvitegravir:

 

 

autorizado

 

 

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

dia)

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↑ 40%*

 

 

 

 

 

 

*quando comparado com

 

 

 

 

 

atazanavir/ritonavir 300/100 mg

 

 

 

 

 

mais elvitegravir 85 mg uma vez

 

 

 

 

 

por dia.

 

 

 

 

 

 

Antimicobacterianos

 

 

 

 

 

 

 

Rifabutina (150 mg uma vez em

Elvitegravir:

 

 

A coadminis ração de Vitekta e

 

 

dias alternados)

AUC: ↔*

 

 

 

rif b tina não é recomendada. Se a

 

 

Elvitegravir (300 mg uma vez por

Cmax: ↔*

 

 

 

ssoci ção for necessária, a dose

 

 

dia)

Cmin: ↔*

 

não

 

recomend da de rifabutina é de 150 mg

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Rifabutina:

 

3 vezes por semana em dias

 

 

 

 

 

 

dia)

 

 

especificados (por exemplo, Segunda-

 

 

 

AUC: ↔**

 

 

feira-Quarta-feira-Sexta-feira).

 

 

 

Cmax: ↔**

 

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↔**

 

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

 

25-O-desacetil-rifabuti a:§

 

de Vitekta quando coadministrado com

 

 

 

AUC: ↑ 851%**

 

 

uma dose reduzida de rifabutina.

 

 

 

Cmax: ↑ 440%**

 

 

Não foi estudada uma diminuição

 

 

Medicamento

Cmin: ↑ 1.836%**

 

 

 

 

 

 

 

adicional da dose de rifabutina. Deve

 

 

 

*quando c mparado com

 

ter-se presente que uma dose duas vezes

 

 

 

elvi egravir/ritonavir

 

por semana de 150 mg poderá não

 

 

 

300/100 mg uma vez por dia.

 

proporcionar uma exposição ótima à

 

 

 

**quando comparado com

 

rifabutina, causando portanto um risco

 

 

 

 

de resistência à rifamicina e uma

 

 

 

rifabutina 300 mg uma vez por

 

falência terapêutica.

 

 

 

dia

 

 

 

§Devido à inibição do CYP3A pelo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A atividade antibacteriana total

 

ritonavir, a exposição à 25-O-desacetil-

 

 

 

aumentou em 50%.

 

 

rifabutina aumenta.

 

 

ANTICOAGULANTES

 

 

 

 

 

 

 

Varfar na

Interação não estudada com

 

Recomenda-se que o Índice

 

 

 

elvitegravir.

 

 

Normalizado Internacional (INR) seja

 

 

 

As concentrações da varfarina

 

monitorizado durante a coadministração

 

 

 

 

de Vitekta. O INR deve continuar a ser

 

 

 

podem ser afetadas durante a

 

monitorizado durante as primeiras

 

 

 

coadministração com

 

semanas após parar o tratamento com

 

 

 

elvitegravir.

 

 

Vitekta.

 

 

ANTAGONISTAS DOS RECETORES H2

 

 

 

 

 

 

Famotidina (40 mg uma vez por

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

 

famotidina.

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

 

/Cobicistate (150 mg uma vez por

 

 

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

 

Recomendação respeitante à

 

 

terapêuticas

fármacos

 

coadministração com elvitegravir

 

 

Alteração média em

 

potenciado pelo ritonavir

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

 

 

INIBIDORES DA HMG CO-A REDUTASE

 

 

 

 

 

Rosuvastatina (dose única de

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

10 mg)

AUC: ↔

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

rosuvastatina.

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

autorizado

 

Cobicistate (150 mg uma vez por

Rosuvastatina:

 

 

 

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

AUC: ↑ 38%

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↑ 89%

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↑ 43%

 

 

 

 

 

Atorvastatina

Interação não estudada com

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

Fluvastatina

elvitegravir.

 

 

quando Vitekta é coadm n strado com

 

Pitavastatina

Não se prevê que as

 

 

atorvastatina, fluvastat na, p tavastatina

 

Pravastatina

 

 

ou pravastatina.

 

 

concentrações plasmáticas de

 

 

 

 

 

substratos de polipéptidos

 

 

 

 

 

transportadores de aniões

 

 

 

 

 

orgânicos (OATP) se alterem

 

 

 

 

 

com a coadministração de

 

 

 

 

 

elvitegravir.

não

 

 

 

 

 

Não se prevê que as

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

concentrações plasmáticas de

 

 

 

 

 

elvitegravir se alterem com a

 

 

 

 

 

coadministração de

 

 

 

 

 

 

substratos/inibidores de OATP.

 

 

 

 

CONTRACETIVOS ORAIS

 

 

 

 

 

 

Norgestimato (0,180/0,215 mg

Norgestimato:

 

 

Devem tomar-se precauções quando se

 

 

uma vez por dia)

AUC: ↑ 126%

 

 

coadministra Vitekta e um contracetivo

Medicamento

Cmax: ↑ 108%

 

 

 

 

 

Etinilestradiol (0,025 mg uma vez

 

 

hormonal. O contracetivo hormonal

 

por dia)

Cmin: ↑ 167%

 

 

deve conter pelo menos 30 µg de

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

Eti ilestradiol:

 

 

etinilestradiol e conter norgestimato

 

dia)

 

 

como progestagénio ou as doentes

 

Cobicistate (150 mg uma v z por

AUC: ↓ 25%

 

 

devem utilizar um método de

 

dia)1

Cmax: ↔

 

 

contraceção alternativo fiável (ver

 

 

Cmin: ↓ 44%

 

 

secções 4.4 e 4.6).

 

 

Elvitegravir:

 

 

Os efeitos a longo prazo de aumentos

 

 

AUC: ↔

 

 

substanciais da exposição à

 

 

Cmax: ↔

 

 

progesterona são desconhecidos. A

 

 

Cmin: ↔

 

 

coadministração de elvitegravir com

 

 

 

 

 

outros contracetivos orais contendo

 

 

 

 

 

progestagénios que não sejam o

 

 

 

 

 

norgestimato não foi estudada e,

 

 

 

 

 

portanto, deve ser evitada.

 

INIBIDORES DA BOMBA DE PROTÕES

 

 

 

 

 

Omeprazol (40 mg uma vez por

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

Elvitegravir (50 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

omeprazol.

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por dia)

 

 

 

 

 

1Este estudo foi conduzido utilizando o comprimido de associação de doses fixas de elvitegravir/cobicistate/emtricitabina/tenofovir disoproxil.

4.6 Fertilidade, gravidez e aleitamento

Mulheres com potencial para engravidar/contraceção em homens e mulheres

A utilização de Vitekta tem necessariamente de ser acompanhada pela utilização de contraceção eficaz (ver secção 4.4 e 4.5).

Gravidez

A quantidade de dados clínicos sobre a utilização de elvitegravir em mulheres grávidas, é limitada ou inexistente.

Os estudos em animais não indicam efeitos nefastos diretos ou indiretos de elvitegravir no que respeita à toxicidade reprodutiva. Contudo, as exposições máximas avaliadas no coelho não excederam as exposições atingidas terapeuticamente (ver secção 5.3).

Vitekta não deve ser utilizado durante a gravidez a menos que o estado clínico da mulher ex ja tratamento com elvitegravir.

Amamentação

 

 

Desconhece-se se o elvitegravir/metabolitos são excretados no leite humano. Os dad s

farmacodinâmicos/toxicológicos disponíveis em ratos mostraram excreção de elvi egravir no leite.

Não pode ser excluído qualquer risco para os recém-nascidos/lactentes. Port nto, Vitekta não deve ser

utilizado durante a amamentação.

 

 

Para evitar a transmissão do VIH ao lactente, recomenda-se que as mulheresautorizadoinfetadas pelo VIH não

amamentem, em qualquer circunstância.

 

não

Fertilidade

 

 

 

Não existem dados disponíveis em humanos sobre o efeito de elvitegravir sobre a fertilidade. Os

 

 

estudos em animais não indicam efeitos nefastos de elvitegravir sobre a fertilidade.

4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

Medicamento

 

 

Não foram estudados os efeitos de elvi egravir sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

4.8 Efeitos indesejáveis

Resumo do perfil de segurança

A avaliação das reações adversas baseia-se em dados de um estudo clínico controlado (GS-US-183-0145) no qual 712 doentes adultos com infeção pelo VIH-1, com experiência terapêutica antirretrovir l prévi , foram tratados com elvitegravir (n = 354) ou com raltegravir (n = 358), tendo sido adm n str do c da doente um regime terapêutico de base consistindo num inibidor da protease potenc ado pelo ritonavir totalmente ativo e noutros agentes antirretrovirais. Destes 712 doentes,

543 (269 em elvitegravir e 274 em raltegravir) e 439 (224 em elvitegravir e 215 em raltegravir) r c b ram, respetivamente, pelo menos 48 e 96 semanas de tratamento.

As r ações adversas mais frequentemente notificadas associadas ao elvitegravir foram diarreia (7,1%) e náuseas (4,0%) (ver Tabela 3).

Resumo tabelado das reações adversas

As reações adversas associadas ao elvitegravir com base na experiência obtida em estudos clínicos estão indicadas na Tabela 3 abaixo, por classes de sistemas de órgãos e frequência. Os efeitos indesejáveis são apresentados por ordem decrescente de gravidade dentro de cada classe de frequência. As frequências são definidas como frequentes (≥ 1/100, < 1/10) ou pouco frequentes (≥ 1/1.000, < 1/100).

Tabela 3: Resumo tabelado das reações adversas associadas ao elvitegravir com base na experiência obtida durante 96 semanas no estudo clínico GS-US-183-0145

Frequência

Reação adversa

 

 

Perturbações do foro psiquiátrico:

 

 

Pouco frequentes

ideação suicida e tentativa de suicídio (em doentes com antecedentes de

 

depressão ou doença psiquiátrica pré-existente), depressão, insónia

 

 

 

Doenças do sistema nervoso:

 

 

Frequentes

cefaleias

 

 

 

 

autorizado

 

Pouco frequentes

tonturas, parestesia, sonolência, disgeusia

 

 

Doenças gastrointestinais:

 

 

 

Frequentes

dor abdominal, diarreia, vómitos, náuseas

 

 

Pouco frequentes

dispepsia, distensão abdominal, flatulência,

 

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:

 

 

Frequentes

erupção cutânea

 

 

Perturbações gerais e alterações no local de administração:

 

 

Frequentes

fadiga

 

 

Descrição de reações adversas selecionadas

Parâmetros metabólicos

O peso e os níveis de lípidos e glucose no sangue podem aument r dur nte terapêutica antirretroviral (ver secção 4.4).

Síndrome de Reativação Imunológica

 

Em doentes infetados pelo VIH com deficiência imu ológica grave à data de início da TARC, pode

ocorrer uma reação inflamatória a infeções oportu istas assi tomáticas ou residuais. Doenças

 

autoimunes (tal como a Doença de Graves), também têm sido descritas; no entanto, o tempo de início

descrito é mais variável e estes acontecimentos podemnãoocorrer muitos meses após o início do

tratamento (ver secção 4.4).

 

Medicamentoprofissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas através do sistema

Osteonecrose

Foram notificados casos de osteonecr se, particularmente em doentes com fatores de risco identificados, doença por VIH ava çada ou exposição prolongada a TARC. A sua frequência é desconhecida (ver secção 4.4).

Diarreia

No estudo GS-US-183-0145, foi notificada diarreia como reação adversa em 7,1% dos indivíduos no grupo do elvitegr vir e em 5,3% dos indivíduos no grupo do raltegravir. Nestes indivíduos, a diarreia teve uma gr vid de ligeira a moderada e não resultou em descontinuação do medicamento do estudo.

População ped átrica

Não existem dados de segurança disponíveis em crianças com idade inferior a 18 anos. Vitekta não é r com n a o nesta população (ver secção 4.2).

Notificação de suspeitas de reações adversas

A notificação de suspeitas de reações adversas após a autorização do medicamento é importante, uma vez que permite uma monitorização contínua da relação benefício-risco do medicamento. Pede-se aos

nacional de notificação mencionado no Apêndice V.

4.9 Sobredosagem

Se ocorrer sobredosagem, o doente deve ser monitorizado para pesquisa de toxicidade. O tratamento da sobredosagem com o elvitegravir consiste em medidas de suporte gerais incluindo monitorização dos sinais vitais assim como observação do estado clínico do doente.

Não existe um antídoto específico para sobredosagem com o elvitegravir. Como o elvitegravir apresenta uma ligação elevada às proteínas plasmáticas, é pouco provável que seja removido de forma significativa por hemodiálise ou por diálise peritoneal.

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

5.1 Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: Antivirais para uso sistémico, outros antivirais, código ATC: J05AX11

Atividade antiviral in vitro

autorizado

Mecanismo de ação e efeitos farmacodinâmicos

O elvitegravir é um inibidor da transferência de cadeia da integrase do VIH-1 (INSTI - integrase strand transfer inhibitor). A integrase é uma enzima codificada pelo VIH-1 q e é necessária para a replicação viral. A inibição da integrase previne a integração do ADN do VIH-1 no ADN genómico do hospedeiro, bloqueando a formação do pró-vírus do VIH-1 e prop g ção da infeção viral. O elvitegravir não inibe as topoisomerases humanas I ou II.

A atividade antiviral do elvitegravir contra isolados clínicosnãoe laboratoriais de VIH-1 foi avaliada em células linfoblastóides, monócitos/macrófagos e em li fócitos do sangue periférico e os valores da

concentração eficaz a 50% (CE ) estavam no intervalo de 0,02 a 1,7 nM. O elvitegravir apresentou

atividade antiviral em culturas celulares contra os clades A, B, C, D, E, F, G e O do VIH-1 (os valores de EC50 variaram entre 0,1 e 1,3 nM) e atividade contra o VIH-2 (CE50 de 0,53 nM). A atividade

in vitro

50

Medicamentoantiviral do elvitegravir não demonstrou qualquer antagonismo quando administrado em associação com fármacos antirre r virais das classes de inibidores dos nucleósidos (nucleótidos) da

transcriptase reversa (NRTI), inibid res não nucleósidos da transcriptase reversa (NNRTI), inibidores da protease (PI), inibidores da tra sferência de cadeia da integrase, inibidores da fusão ou antagonistas do co-recetor CCR5.

O elvitegravir não demonstrou inibição da replicação do VHB ou do VHC in vitro.

Resistência

Em cultura celul r

Foram sele on dos isolados de VIH-1 com diminuição da sensibilidade ao elvitegravir em culturas celulares. A resistência fenotípica ao elvitegravir estava associada com mais frequência às

substitu ções primárias na integrase T66I, E92Q e Q148R. Outras substituições na integrase na s l ção e culturas celulares incluíram H51Y, F121Y, S147G, S153Y, E157Q e R263K.

R sistência cruzada

Os vírus resistentes ao elvitegravir apresentam graus variáveis de resistência cruzada ao inibidor da transferência de cadeia da integrase raltegravir, dependendo do tipo e do número de substituições. Os vírus que expressam as substituições T66I/A mantêm a sensibilidade ao raltegravir, enquanto que a maior parte dos outros padrões de substituições associadas ao elvitegravir estão associadas à sensibilidade diminuída ao raltegravir. Com exceção de Y143C/R/H, o VIH-1 com as substituições primárias associadas ao raltegravir T66K, Q148H/K/R ou N155H na integrase estão associadas à sensibilidade diminuída ao elvitegravir.

Doentes com experiência terapêutica prévia

Numa análise de isolados de VIH-1 de indivíduos com falência terapêutica no estudo GS-US-183-0145 até a semana 96, observou-se o desenvolvimento de uma ou mais substituições primárias associadas à resistência ao elvitegravir em 23 dos 86 indivíduos com dados genotípicos avaliáveis de isolados iniciais emparelhados ou de isolados com falência terapêutica com elvitegravir (23/351 indivíduos tratados com elvitegravir, 6,6%). Ocorreram taxas semelhantes de desenvolvimento de resistência ao raltegravir no VIH-1 de indivíduos tratados com raltegravir (26/351 indivíduos tratados com raltegravir, 7,4%). As substituições mais frequentes que emergiram

em isolados de VIH-1 de indivíduos tratados com elvitegravir foram T66I/A (n = 8), E92Q/G (n = 7), T97A (n = 4), S147G (n = 4), Q148R (n = 4) e N155H (n = 5) na integrase.autorizadoEm análises fenotípicas de isolados de VIH-1 com substituições de resistência dos indivíduos tratados com elvitegravir, 14/20

(70%) tinham sensibilidade diminuída ao elvitegravir e 12/20 (60%) tinham sensibilidade diminuí a ao raltegravir.

Experiência clínica

Em doentes com infeção pelo VIH-1, com experiência terapêutica prévia

A eficácia de elvitegravir baseia-se principalmente nas análises até 96 semanas de um estudo aleatorizado, em dupla ocultação, controlado com comparador ativo, estudo GS-US-183-0145, em doentes com infeção pelo VIH-1, com experiência terapêutica prévia (n = 702).

No estudo GS-US-183-0145, os doentes foram aleatorizados numa r zão de 1:1 para receberem elvitegravir (150 mg ou 85 mg) uma vez por dia ou raltegravir 400 mg du s vezes por dia, cada um

administrado com um regime terapêutico de base contendonãoum inibidor da protease potenciado pelo

ritonavir totalmente ativo (atazanavir, darunavir, fosamprenavir, l pinavir ou tipranavir) e um

segundo agente. O regime terapêutico de base foi selecionado pelo investigador a partir de testes genotípicos/fenotípicos de resistência e dos antecedentes de tratamentos antirretrovirais prévios. A aleatorização foi estratificada durante o rastreio ao ível do ARN VIH-1 (≤ 100.000 cópias/ml ou > 100.000 cópias/ml) e da classe do segundo age te (NRTI ou outras classes). A taxa de resposta virológica foi avaliada nos dois braços de tratamento. A resposta virológica foi definida como a obtenção de uma carga viral não detetável (ARN VIH-1 < 50 cópias/ml).

MedicamentoNegra/Afro-americana

35,6%

32,2%

As características iniciais e os resul ad s dotratamento até a semana 96 do estudo GS-US-183-0145 estão apresentados respetivamen e nas Tabelas 4 e 5.

Tabela 4: Características demográficas e iniciais da doença de indivíduos adultos com infeção pelo VIH-1 com experiência t rapêutica antirretroviral no estudo GS-US-183-0145

 

 

Elvitegravir + regime

Raltegravir + regime

 

 

terapêutico de base

terapêutico de base

 

 

n = 351

n = 351

Característ s demográficas

 

 

Idade med ana, anos

 

(mín.-máx.)

 

(20-78)

(19-74)

S xo

 

 

 

Masculino

 

83,2%

80,9%

F minino

 

16,8%

19,1%

Etnicidade

 

 

 

Branca

 

60,1%

64,4%

 

 

 

 

Asiática

 

2,6%

1,4%

Outra

 

1,7%

2,0%

Características iniciais da doença

 

 

Concentração plasmática inicial

 

4,35

4,42

mediana do ARN VIH-1

 

(1,69-6,63)

(1,69-6,10)

(intervalo) log10 cópias/ml

 

 

 

 

 

 

Elvitegravir + regime

 

Raltegravir + regime

 

 

 

 

terapêutico de base

 

terapêutico de base

 

 

 

 

 

 

n = 351

 

 

n = 351

 

 

Percentagem de indivíduos com

 

 

25,6

 

 

 

25,6

 

 

 

carga viral > 100.000 cópias/ml

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Contagem de células CD4+

 

 

 

227,0

 

 

215,0

 

 

 

inicial mediana (intervalo),

 

 

(2,0-1.374,0)

 

(1,0-1.497,0)

 

 

 

células/mm3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Percentagem de indivíduos com

 

 

44,4

 

 

 

44,9

 

 

 

contagens de células CD4+

 

 

 

 

 

 

autorizado

 

 

≤ 200 células/mm3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pontuação inicial da

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sensibilidade genotípicaa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1%

 

 

 

< 1%

 

 

 

 

 

 

14%

 

 

 

15%

 

 

 

 

 

 

81%

 

 

 

83%

 

 

 

 

 

 

3%

 

 

 

2%

 

 

 

a As pontuações da sensibilidade fenotípica são calculadas somando os valores da sensibilidade ao fármaco (1 = sensível;

 

0 = sensibilidade diminuída) de todos os fármacos do regime terapêutico de base inicial.

 

 

 

 

 

Tabela 5: Resultado virológico do tratamento aleatorizado do est do GS-US-183-0145 na

 

semana 48 e na semana 96 (análise seletiva)a

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

não

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Semana 48

 

 

Semana 96

 

 

 

Elvitegravir +

Raltegravir +

Elvitegravir +

 

Raltegravir +

 

 

 

 

regime

 

regime

 

regime

 

regime

 

 

 

terapêutico de

terapêutico

terapêutico de

 

terapêutico

 

 

 

 

base

 

de base

 

base

 

de base

 

 

 

 

n = 351

 

n = 351

 

n = 351

 

n = 351

 

 

Sucesso virológico

60%

58%

52%

 

53%

 

 

 

ARN VIH 1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento

 

 

 

 

 

 

 

 

< 50 cópias/ml

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diferença entre

2,2% (IC 95% = -5,0%; 9,3%)

-0,5% (IC 95% = -7,9%; 6,8%)

 

 

tratamentos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Falência virológicab

33%

 

 

32%

36%

 

31%

 

 

 

Sem dados virológicos na

7%

 

 

11%

12%

 

16%

 

 

 

janela da semana 48 ou

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

da semana 96

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento do estudo

2%

 

 

5%

3%

 

7%

 

 

 

interrompido devido

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AA ou morte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Med amento do estudo

4%

 

 

5%

8%

 

9%

 

 

 

interromp o devido a

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

outras razões e ao último

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ARN VIH 1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

< 50 cópias/ml

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

disponíveld

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Semana 48

Semana 96

 

Elvitegravir +

Raltegravir +

Elvitegravir +

Raltegravir +

 

regime

regime

regime

regime

 

terapêutico de

terapêutico

terapêutico de

terapêutico

 

base

de base

base

de base

 

n = 351

n = 351

n = 351

n = 351

Falta de dados durante a

1%

1%

1%

1%

janela embora em

 

 

 

 

tratamento com o

 

 

 

 

medicamento do estudo

 

 

 

 

aA janela da semana 48 é entre o dia 309 e o dia 364 (inclusive), a janela da semana 96 é entre o dia 645 e o dia 700 (inclusive).

bInclui indivíduos que tinham ≥ 50 cópias/ml na janela da semana 48 ou da semana 96, indivíduos que interromper m

precocemente devido a falta ou perda de eficácia, indivíduos que tinham uma carga viral ≥ 50 cópias/ml na

ltura da

mudança do regime terapêutico de base, indivíduos que interromperam por outras razões diferentes de um

contecimento

adverso, morte ou falta ou perda de eficácia e que na altura da interrupção tinham uma carga viral ≥ 50 cóp as/ml.

cInclui doentes que interromperam devido a acontecimento adverso (AA) ou morte no ponto de tempo desde o dia 1 ao longo de toda a janela de tempo se resultasse na ausência de dados virológicos em tratamento du ante a janela especificada.

d Inclui indivíduos que interromperam por outras razões diferentes de um AA, morte ou fal a u perda de eficácia, por

O elvitegravir foi não inferior na obtenção de um ARN VIH-1 < 50 cópiautorizados/ml q ando comparado com o raltegravir.

exemplo, retiraram o consentimento, perdidos para o seguimento, etc.

 

 

 

não

 

No estudo GS-US-183-0145, o aumento médio desde o início da contagem de células CD4+ na

semana 96 foi de 205 células/mm3 nos doentes tratados com elvitegravir e de 198 células/mm3

nos

doentes tratados com raltegravir.

 

 

 

No estudo GS-US-183-0145, as a

álises de subgrupos por inibidor da protease coadministrado

 

Medicamento

 

 

 

Entre os indivíduos com uma pontuação da sensibilidade gen típica de ≤ 1, 76% e 69% tinham um ARN VIH-1 < 50 cópias/ml na semana 48, respetivamente n s braç s de tratamento de elvitegravir e raltegravir. Entre os indivíduos com uma pontuação da se sibilidade genotípica de > 1, 57% e 56% tinham um ARN VIH-1 < 50 cópias/ml na semana 48, respetivamente nos braços de tratamento de elvitegravir e raltegravir.

demonstraram taxas de suc sso virológico semelhantes para o elvitegravir e para o raltegravir em cada subgrupo de inibidor da prot ase nas semanas 48 e 96 (ARN VIH-1 < 50 cópias/ml) (Tabela 6).

Tabela 6: Sucesso virológico por inibidor da protease coadministrado no estudo GS-US-183-0145 na semana 48 e na semana 96 (análise seletiva)

 

 

 

Elvitegravir versus

 

 

 

 

raltegravir

 

 

ARN VIH 1

Elvitegravir

Raltegravir

Diferença em

 

 

< 50 cópias/ml, n/N (%)

(N = 351)

(N = 351)

percentagens (IC 95%)a

 

Sucesso virológico na

 

 

 

 

 

 

semana 48

 

 

 

 

 

 

 

 

 

autorizado

 

Darunavir/ritonavir

126/202 (62,4%)

122/207 (58,9%)

3,4%

(-6,0% a 12,9%)

 

Lopinavir/ritonavir

39/68 (57,4%)

37/68 (54,4%)

2,9%

(-13,7% a 19,6%)

 

Atazanavir/ritonavir

34/61 (55,7%)

28/51 (54,9%)

0,8%

(-17,7% a 19,3%)

 

Fosamprenavir/ritonavir

8/14 (57,1%)

10/18 (55,6%)

1,6%

(-33,0%

36,2%)

 

Tipranavir/ritonavir

3/6 (50,0%)

5/7 (71,4%)

-21,4% (-73,6%

30,7%)

 

Sucesso virológico na

 

 

 

 

 

 

semana 96

 

 

 

 

 

 

Darunavir/ritonavir

105/202 (52,0%)

112/207 (54,1%)

-2,1% (-11,8% a 7,5%)

 

Lopinavir/ritonavir

36/68 (52,9%)

37/68 (54,4%)

-1,5% (-18,2% a 15,3%)

 

Atazanavir/ritonavir

33/61 (54,1%)

23/51 (45,1%)

9,0%

(-9,5% a 27,5%)

 

Fosamprenavir/ritonavir

7/14 (50,0%)

11/18 (61,1%)

-11,1% (-45,7% a 23,4%)

 

Tipranavir/ritonavir

3/6 (50,0%)

3/7 (42,9%)

7,1%

(-47,1% a 61,4%)

 

a A diferença nas proporções e

respetivos IC 95% entre os grupos de tratamento le toriz dos baseia-se numa aproximação

 

normal.

 

não

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Embora limitada pelo pequeno número de indivíduos do sexo feminino no estudo GS-US-183-0145, a análise de subgrupos por sexo demonstrou que as taxas de sucesso virológico em indivíduos do sexo feminino nas semanas 48 e 96 (ARN VIH-1 < 50 cópias/ml) foram numericamente mais baixas no braço de tratamento de elvitegravir do que nobraço de tratamento de raltegravir. As taxas de sucesso virológico na semana 48 para o elvitegravir e para o raltegravir foram respetivamente de 47,5% (28/59) e 62,7% (42/67) (diferença: -12,3% [IC 95%: -30,1% a 5,5%]) para os indivíduos do sexo

Medicamentofeminino e de 62,3% (182/292) e 56,3% (160/284) (diferença: 5,3% [IC 95%: -2,5% a 13,2%]) para os indivíduos do sexo masculino. As axas de sucesso virológico na semana 96 para o elvitegravir e

para o raltegravir foram respetivamen e de 39,0% (23/59) e 52,2% (35/67) (diferença: -8,4% [IC 95%: -26,1% a 9,2%]) para os indivíduos do sexo feminino e de 55,1% (161/292) e 53,2% (151/284) (diferença: 1,5% [IC 95%: -6,5% a 9,6%]) para os indivíduos do sexo masculino.

População pediátrica

A Agência Europeia de Medicamentos diferiu a obrigação de apresentação dos resultados dos estudos com elvitegr vir em um ou ais subgrupos da população pediátrica no tratamento da infeção pelo VIH-1 (ver secção 4.2 para informação sobre utilização pediátrica).

5.2 Propr edades farmacocinéticas

Absorção

Após a administração oral de elvitegravir potenciado pelo ritonavir com alimentos a indivíduos com inf ção pelo VIH-1, observaram-se concentrações plasmáticas máximas de elvitegravir 4 horas após a

dose. A Cmax, a AUCtau, e a Cmínima médias (média ± DP) no estado de equilíbrio, após doses múltiplas de elvitegravir mais um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir (150 mg de elvitegravir com

darunavir ou fosamprenavir; 85 mg de elvitegravir com atazanavir ou lopinavir) em indivíduos com infeção pelo VIH-1, foram respetivamente de 1,4 ± 0,39 µg/ml, 18 ± 6,8 µg•h/ml e 0,38 ± 0,22 µg/ml para o elvitegravir. A biodisponibilidade oral absoluta não foi determinada.

Em relação às condições de jejum, a administração de elivitegravir potenciado na forma de associação de doses fixas de 150 mg de elvitegravir/150 mg de cobicistate/200 mg de emtricitabina/245 mg de tenofovir disoproxil com uma refeição ligeira (aproximadamente 373 kcal, 20% de gorduras) ou com uma refeição de alto teor de gorduras (aproximadamente 800 kcal, 50% de gorduras) resultou no

aumento das exposições ao elvitegravir. A Cmax e a AUCtau do elvitegravir aumentaram respetivamente 22% e 36% com uma refeição ligeira, tendo aumentado respetivamente 56% e 91% com uma refeição de alto teor de gorduras.

Distribuição

O elvitegravir apresenta uma ligação às proteínas plasmáticas humanas de 98-99% e esta ligação é independente da concentração do fármaco no intervalo de 1,0 ng/ml a 1,6 μg/ml. A razão das concentrações médias do fármaco entre plasma e sangue é de 1,37.

Biotransformação

O elvitegravir é submetido a um metabolismo oxidativo através do CYP3A (via principal), e a glucuronidação através das enzimas UGT1A1/3 (via de menor importância).

O ritonavir inibe o CYP3A, aumentando assim as concentrações plasmáticas de elvitegravir de forma considerável. A administração de ritonavir (20-200 mg) uma vez por dia, resulta num aumento da

exposição ao elvitegravir após administração repetida uma vez por dia, verificando-se a estabili ação da exposição ao elvitegravir próximo dos 100 mg de ritonavir. Aumentos adici nais da exposição ao

ritonavir não produzem aumentos adicionais da exposição ao elvitegravir. Vi ek a é indicado para utilização apenas quando coadministrado com ritonavir como agente de po enciação.

A exposição média no estado de equilíbrio (AUCtau) ao elvitegravir não potenciado é ~ 20% mais

metabolismo. Após potenciação com o ritonavir (100 mg) bserva-seautorizadouma inibição global do metabolismo de elvitegravir com exposições sistémicas significativamente aumentadas (AUC

baixa após doses múltiplas versus uma dose única, indicando uma utoindução modesta do seu não

20 vezes mais elevada), concentrações mínimas elevadas e uma semivida de eliminação mediana mais prolongada (9,5 versus 3,5 horas).

Após a administração oral de uma dose única de [14C]elvitegravir potenciado pelo ritonavir, o elvitegravir foi a espécie predominante no plasma,representando aproximadamente 94% e 61% da radioatividade circulante às 32 e 48 horas respetivamente. Os metabolitos aromáticos e alifáticos

Medicamentoresultantes da hidroxilação ou glucuronidação estão presentes em níveis muito baixos e não contribuem para a atividade antiviral gl bal do elvitegravir.

Eliminação

Após a administração oral de [14C]elvitegravir potenciado pelo ritonavir, 94,8% da dose foi recuperada nas fezes, o que é co siste te com a eliminação hepatobiliar do elvitegravir; 6,7% da dose administrada foi recup rada na urina na forma de metabolitos. O tempo de semivida plasmática terminal mediana do elvitegravir potenciado pelo ritonavir é aproximadamente de 8,7 a 13,7 horas.

Linearidade/não line ridade

As expos ções pl smáticas ao elvitegravir são não lineares e menos do que proporcionais à dose, provavelmente devido à absorção limitada pela solubilidade.

I osos

A farmacocinética do elvitegravir não foi completamente avaliada nos idosos (com mais de 65 anos).

Sexo

Não foram identificadas diferenças farmacocinéticas clinicamente relevantes devidas ao sexo com o elvitegravir potenciado.

Etnicidade

Não foram identificadas diferenças farmacocinéticas clinicamente relevantes devidas à etnicidade com o elvitegravir potenciado.

População pediátrica

A farmacocinética do elvitegravir em indivíduos pediátricos não foi estabelecida.

Compromisso renal

Um estudo da farmacocinética do elvitegravir potenciado foi realizado em indivíduos sem infeção pelo VIH-1 com compromisso renal grave (depuração da creatinina estimada inferior a 30 ml/min). Não se observaram diferenças clinicamente relevantes nas farmacocinéticas do elvitegravir entre indivíduos com compromisso renal grave e indivíduos saudáveis. Não é necessário ajuste posológico de Vitekta em doentes com compromisso renal.

Compromisso hepático

autorizado

O elvitegravir é metabolizado e eliminado principalmente no fígado. Um estudo da farmacocinética do elvitegravir potenciado foi realizado em indivíduos sem infeção pelo VIH-1 com compromisso hepático moderado (Classe B de Child-Pugh). Não se observaram diferenças clinicamente relevantes nas farmacocinéticas do elvitegravir entre indivíduos com compromisso moderado e indivíduos saudáveis. Não é necessário ajuste posológico de Vitekta em doentes com compromisso hepático ligeiro a moderado. O efeito do compromisso hepático grave (Classe C de Child-Pugh) na farmacocinética do elvitegravir não foi estudado.

Coinfeção pelo o vírus da hepatite B e/ou hepatite C

Dados limitados de uma análise farmacocinética populacional (n = 56) indic u que a c infeção pelo vírus da hepatite B e/ou C não teve efeitos clinicamente relevantes sobre a exposição ao elvitegravir potenciado.

5.3 Dados de segurança

pré-clínica

Os dados não clínicos não revelam riscos especiais paranãoo ser human , segundo estudos convencionais de farmacologia de segurança, toxicidade de dose repetida, genotoxicidade, potencial carcinogénico, toxicidade reprodutiva e do desenvolvime to. As doses máximas de elvitegravir testadas nos estudos de toxicidade do desenvolvime to em ratos e coelhos corresponderam a exposições que são respetivamente de cercade 29 vezes e 0,2 vezes a exposição terapêutica humana.

MedicamentoO elvitegravir foi negativo num teste de mutagenicidade bacteriana in vitro (teste de Ames) e negativo num ensaio do micronúcleo de ra in vivo em doses até 2.000 mg/kg. Num teste de aberração

cromossómica in vitro, o elvitegravir f i negativo com ativação metabólica; contudo, foi observada uma resposta equívoca sem ativação.

Estudos a longo prazo de carci oge icidade oral com o elvitegravir não revelaram potencial carcinogénico em ratinhos ratos.

A substância tiva elvitegravir persiste no ambiente.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1 Lista os excipientes

Núcl o do comprimido

Croscarmelose sódica

Hidroxipropilcelulose

Lactose mono-hidratada

Estearato de magnésio

Celulose microcristalina

Laurilsulfato de sódio

4 anos.
Não aplicável.
Película de revestimento
Laca de alumínio de indigotina (E132) Macrogol 3350 (E1521)
Álcool polivinílico (parcialmente hidrolisado) (E1203) Talco (E553B)
Dióxido de titânio (E171) Óxido de ferro amarelo (E172)

6.2 Incompatibilidades

6.3 Prazo de validade

6.4 Precauções especiais de conservação

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.

6.5 Natureza e conteúdo do recipiente

contendo 30 comprimidos revestidos por película.

 

autorizado

 

 

 

não

Frasco de polietileno de alta densidade (PEAD) com um fecho resistente à bertura por crianças

Apresentação: 1 frasco de 30 comprimidos revestidos por película.

 

6.6 Precauções especiais de eliminação

 

 

 

 

 

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as exigências

locais.

 

 

 

Medicamento

 

 

 

7.

TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Gilead Sciences International Limited

 

 

 

Cambridge

 

 

 

CB21 6GT

 

 

 

Reino Unido

 

 

 

8.

NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

EU/1/13/883/001

9.DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Data da primeira autorização: 13 de Novembro de 2013

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO

Está disponível informação pormenorizada sobre este medicamento no sítio da internet da Agência Europeia de Medicamentos: http://www.ema.europa.eu.

 

 

não

autorizado

 

 

Medicamento

 

 

 

 

 

Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.
Excipiente com efeito conhecido: Cada comprimido mono-hidratada).
Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Isto irá permitir a rápida identificação de nova informação de segurança. Pede-se aos profissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas. Para saber como notificar reações adversas, ver secção 4.8.
1. NOME DO MEDICAMENTO
Vitekta 150 mg comprimidos revestidos por película

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Cada comprimido revestido por película contém 150 mg de elvitegravir.autorizado contém 10,9 mg de lactose (sob a forma

3. FORMA FARMACÊUTICA

Comprimido revestido por película (comprimido).

4.

INFORMAÇÕES CLÍNICAS

não

 

4.1

Indicações terapêuticas

 

Comprimido revestido por película, de cor verde, com a f rma de um triângulo, com as dimensões 10,9 mm x 10,5 mm, gravado com “GSI” num lado do comprimido e com “150” no outro lado do comprimido.

Vitekta, coadministrado com um inibid r da protease potenciado pelo ritonavir e com outros agentes antirretrovirais, é indicado para o ra amento da infeção pelo vírus da imunodeficiência humana-1

(VIH-1) em adultos que stão i

f tados pelo VIH-1 sem mutações conhecidas associadas com

resistência ao elvitegravir (v r s

cções 4.2 e 5.1).

4.2 Posologia e odo de administração

Medicamento

A terapêuti deve ser iniciada por um médico com experiência no tratamento da infeção pelo VIH.

Posolog a

Vitekta eve ser administrado em associação com um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir.

O R sumo das Características do Medicamento do inibidor da protease potenciado pelo ritonavir deve s r consultado.

A dose recomendada de Vitekta é de um comprimido de 85 mg ou de um comprimido de 150 mg tomado por via oral uma vez por dia com alimentos. A escolha da dose de Vitekta depende do inibidor da protease coadministrado (ver Tabela 1 e secções 4.4 e 4.5). Para utilizar o comprimido de 85 mg, queira consultar o Resumo das Características do Medicamento de Vitekta 85 mg comprimidos.

Vitekta deve ser administrado uma vez por dia como se indica a seguir:

-à mesma hora de um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir administrado uma vez por dia

-ou com a primeira dose de um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir administrado duas vezes por dia.

Tabela 1: Regimes posológicos recomendados

Dose de Vitekta

Dose do inibidor da protease potenciado pelo ritonavir

 

coadministrado

 

85 mg uma vez por dia

atazanavir 300 mg e ritonavir 100 mg uma vez por dia

 

 

 

lopinavir 400 mg e ritonavir 100 mg duas vezes por dia

 

 

 

 

 

 

150 mg uma vez por dia

darunavir 600 mg e ritonavir 100 mg duas vezes por d a

 

 

 

fosamprenavir 700 mg e ritonavir 100 mg duas vezes p

d a

 

 

 

 

Não existem dados para recomendar a utilização de Vitekta com outras freq ências p

sológicas ou

com outros inibidores da protease do VIH-1 que não estejam apresentados na Tabela 1.

Dose esquecida

 

 

Se um doente se esquecer de uma dose de Vitekta no perí do até 18 horas após a hora em que é

 

 

autorizado

habitualmente tomada, o doente deve tomar Vitekta com aliment s l go que for possível e continuar

com o esquema de toma normal. Se um doente se esquecer de uma d se de Vitekta e tiverem

decorrido mais de 18 horas, e estiver quase na hora de tomar a sua próxima dose, o doente não deve

tomar a dose esquecida e deve simplesmente conti uar com o esquema de toma habitual.

 

não

 

Se o doente vomitar no período até1 hora após tomar Vitekta, deve tomar outro comprimido.

Populações especiais

 

MedicamentoIdosos

Não existem dados disponíveis que possibilitem recomendar uma dose para doentes com idade superior a 65 anos (ver s cção 5.2).

Compromisso renal

Não é necessário ajuste posológico de Vitekta em doentes com compromisso renal (ver secção 5.2).

Compromisso hepático

Não é ne essário ajuste posológico de Vitekta em doentes com compromisso hepático ligeiro (Classe A de Child-Pugh) ou moderado (Classe B de Child-Pugh). O elvitegravir não foi estudado em doentes com compromisso hepático grave (Classe C de Child-Pugh) (ver secções 4.4 e 5.2).

População pediátrica

A s gurança e eficácia de elvitegravir em crianças com 0 a menos de 18 anos de idade não foram ainda estabelecidas (ver secção 5.1). Não existem dados disponíveis.

Modo de administração

Vitekta deve ser tomado por via oral, uma vez por dia, com alimentos (ver secção 5.2). O comprimido revestido por película não deve ser mastigado ou esmagado.

4.3 Contraindicações

Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um dos excipientes mencionados na secção 6.1.

Coadministração com os seguintes medicamentos devido ao potencial de perda de resposta virológica e possível desenvolvimento de resistência (ver secção 4.5):

anticonvulsivantes: carbamazepina, fenobarbital, fenitoína

antimicobacterianos: rifampicina

produtos à base de plantas: hipericão (Hypericum perforatum)

4.4 Advertências e precauções especiais de utilização

Embora uma supressão vírica eficaz com terapêutica antirretroviral tenha provado reduzir substancialmente o risco de transmissão sexual, não pode ser excluída a existência de um risco residual. Para prevenir a transmissão devem ser tomadas precauções de acordo com as orient ções nacionais.

Geraisautorizado

A utilização de Vitekta com outros inibidores da protease do VIH-1 ou outras frequênc as posológicas que não estejam apresentados na Tabela 1 pode resultar em níveis plasmátic s insuficientes ou elevados de elvitegravir e/ou dos medicamentos coadministrados.

Resistência

Os vírus resistentes ao elvitegravir apresentam, na maior parte dos c sos, resistência cruzada ao inibidor da transferência de cadeia da integrase raltegravir (ver secção 5.1).

que possível, Vitekta deve ser administrado com um nãoinibid r da pr tease potenciado pelo ritonavir totalmente ativo e com um segundo agente antirretroviral totalmente ativo para minimizar o potencial de falência virológica e o desenvolvimento de resistê cia (ver secção 5.1).

O elvitegravir possui uma barreira genética contra a resistência relativamente fraca. Portanto, sempre

Coadministração com outros medicamentos

O elvitegravir é metabolizado principalmente pelo CYP3A. A coadministração de Vitekta com

Medicamentoassociação com um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir. Vitekta não deve ser utilizado com

indutores potentes do CYP3A (incluindo hipericão [Hypericum perforatum], rifampicina,

carbamazepina, fenobarbital e feni

ína) é cntraindicada (ver secções 4.3 e 4.5). A coadministração

de Vitekta com indutores moderad

s do CYP3A (incluindo, mas não se limitando ao efavirenz e ao

bosentano) não é recomendada (ver secção 4.5).

Devido à necessidade de coadministração de Vitekta com um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir, os prescritor s d v m consultar o Resumo das Características do Medicamento do inibidor

da protease coad

inistrado e do ritonavir para uma descrição dos medicamentos contraindicados e de

outras inter ções

edica entosas significativas que possam causar reações adversas potencialmente

fatais ou perda do efeito terapêutico e possível desenvolvimento de resistência.

Atazanav r/r tonavir e lopinavir/ritonavir demonstraram aumentar de forma significativa as concentrações plasmáticas de elvitegravir (ver secção 4.5). Quando utilizado em associação com atazanavir/ritonavir e lopinavir/ritonavir, a dose de Vitekta deve ser diminuída de 150 mg uma vez por dia para 85 mg uma vez por dia (ver secção 4.2). Queira consultar o Resumo das Características do M dicamento de Vitekta 85 mg comprimidos.

Coadministração de Vitekta e de substâncias ativas relacionadas: Vitekta tem de ser utilizado em

um inibidor da protease potenciado por outro agente, dado não terem sido estabelecidas as recomendações posológicas para tais associações. A potenciação de elvitegravir com outro agente que não seja o ritonavir pode resultar em concentrações plasmáticas subótimas de elvitegravir e/ou do inibidor da protease levando a perda do efeito terapêutico e possível desenvolvimento de resistência.

Vitekta não deve ser utilizado em associação com medicamentos que contenham elvitegravir ou agentes potenciadores farmacocinéticos que não sejam o ritonavir.

Requisitos contracetivos

Doentes do sexo feminino com potencial para engravidar devem utilizar um contracetivo hormonal que contenha pelo menos 30 µg de etinilestradiol e contendo norgestimato como progestagénio ou devem utilizar um método de contraceção alternativo fiável (ver secções 4.5 e 4.6). A coadministração de elvitegravir com contracetivos orais contendo progestagénios que não sejam o norgestimato não foi estudada e, portanto, deve ser evitada.

Infeções oportunistas

As doentes que utilizam estrogénios como terapêutica hormonal de substituição devem ser clinicamente monitorizadas quanto a sinais de deficiência estrogénicaautorizado(ver secção 4.5).

Os doentes em tratamento com Vitekta ou outra terapêutica antirretroviral podem continu r

desenvolver infeções oportunistas e outras complicações da infeção pelo VIH e, portanto, devem permanecer sob observação clínica cuidadosa de médicos com experiência no tratamento de doentes com doenças associadas ao VIH.

Doentes coinfetados pelo VIH e vírus da hepatite B ou C

Os doentes com hepatite crónica B ou C em tratamento com terapêutica an irre r viral têm um risco aumentado de sofrerem reações adversas hepáticas graves e potencialmen e fa ais.

Os médicos deverão consultar as normas orientadoras atuais para o tr t mento do VIH para uma melhor gestão da infeção pelo VIH em doentes coinfetadosnãopelo vírus da hepatite B (VHB).

Doença hepática

Elvitegravir não foi estudado em doentes com compromisso hepático grave (Classe C de Child-Pugh). Não é necessário ajuste posológico de Vitekta em doe tes com compromisso hepático ligeiro

(Classe A de Child-Pugh) ou moderado (Classe B de Child-Pugh) (ver secções 4.2 e 5.2). Os doentes com disfunção hepática pré-existente, incluindo hepatite crónica ativa, têm uma

Medicamento

frequência aumentada de alterações da função hepática durante a terapêutica antirretroviral

combinada (TARC) e devem ser m ni

rizads de acordo com a prática clínica. Se nestes doentes

existir evidência de agravamento da d

ença hepática, deve ser considerada a paragem ou interrupção

do tratamento.

Peso e parâmetros metabólicos

Durante a terapêutica antirr troviral pode ocorrer um aumento do peso e dos níveis de lípidos e glucose no sangue. Estas alterações podem estar em parte associadas ao controlo da doença e ao estilo de vida. Para os lípidos, existe em alguns casos evidência de um efeito do tratamento, enquanto para o aumento do peso não existe uma evidência forte que o relacione com um tratamento em particular. Para a mon tor z ção dos lípidos e glucose no sangue é feita referência às orientações estabelecidas para o tratamento do VIH. As alterações lipídicas devem ser tratadas de modo clinicamente

apropr a o.

Síndrome de Reativação Imunológica

Em do ntes infetados pelo VIH com deficiência imunológica grave à data da instituição da TARC, pode ocorrer uma reação inflamatória a infeções oportunistas assintomáticas ou residuais e causar várias situações clínicas graves, ou o agravamento dos sintomas. Tipicamente, estas reações foram observadas durante as primeiras semanas ou meses após início da TARC. São exemplos relevantes a retinite por citomegalovírus, as infeções micobacterianas generalizadas e/ou focais e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii. Qualquer sintoma de inflamação deve ser avaliado e, quando necessário, instituído o tratamento.

Doenças autoimunes (tal como a Doença de Graves), também têm sido descritas como tendo ocorrido no contexto de reativação imunitária; no entanto, o tempo de início descrito é mais variável e estes acontecimentos podem ocorrer muitos meses após o início do tratamento.

Os estudos de interação só foram realizados em adultos.

Osteonecrose

Foram notificados casos de osteonecrose, particularmente em doentes com doença por VIH avançada e/ou exposição prolongada a TARC, apesar da etiologia ser considerada multifatorial (incluindo a utilização de corticosteróides, o consumo de álcool, a imunossupressão grave, um índice de massa corporal aumentado). Os doentes devem ser instruídos a procurar aconselhamento médico caso sintam mal-estar e dor articular, rigidez articular ou dificuldade de movimentos.

Excipientes

Utilização concomitante contraindicada

 

autorizado

A coadministração de Vitekta com medicamentos que s o indut res potentes do CYP3A é

contraindicada dado que a diminuição prevista das concentrações plasmáticas de elvitegravir pode

causar perda do efeito terapêutico e possível dese

volvime to de resistência ao elvitegravir (ver

secção 4.3).

não

 

Utilização concomitante não recomendada

 

 

 

A coadministração de Vitekta com medicamentos que são indutores moderados do CYP3A

(incluindo, mas não se limitando ao efavirenze ao bosentano) não é recomendada dado que a

diminuição prevista das concen rações plasmáticas de elvitegravir pode causar perda do efeito

terapêutico e possível dese volvime o de resistência ao elvitegravir (ver secção 4.4).

Medicamento

 

 

Vitekta contém lactose. Consequentemente, os doentes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase de Lapp, ou má absorção de glucose-galactose não devem tomar este medicamento.

4.5 Interações medicamentosas e outras formas de interação

Interações com indutores do CYP3A

O elvitegravir é metabolizado principalmente pelo CYP3A (ver secção 5.2). Prevê-se que os medicamentos que são indutores potentes (causam um aumento > 5 vezes na depuração do substrato) ou moderados (causam um aumento de 2-5 vezes na depuração do substr to) do CYP3A diminuam as concentrações plasmáticas de elvitegravir.

Interações que exigem o ajuste posológico de Vitekta

O elvitegravir é submetido a um metabolismo oxidativo através do CYP3A (via principal), e a glucuronidação através das enzimas UGT1A1/3 (via de menor importância). A coadministração de Vitekta com medic entos que são inibidores potentes da UGT1A1/3 pode resultar no aumento das concentrações pl smáticas de elvitegravir podendo ser necessárias modificações da dose. Por exemplo, at z n vir/ritonavir e lopinavir/ritonavir (inibidores potentes da UGT1A1/3) demonstraram aumentar de forma significativa as concentrações plasmáticas de elvitegravir (ver a Tabela 2). Consequentemente, quando utilizado em associação com atazanavir/ritonavir e lopinavir/ritonavir, a dose Vitekta deve ser diminuída de 150 mg uma vez por dia para 85 mg uma vez por dia (ver

s cção 4.2 e 4.4). Queira consultar o Resumo das Características do Medicamento de Vitekta 85 mg comprimidos.

Outras interações

O elvitegravir é um indutor modesto e pode ter o potencial de induzir o CYP2C9 e/ou as enzimas induzíveis da UGT. Consequentemente, elvitegravir pode diminuir a concentração plasmática de substratos do CYP2C9 (como a varfarina) ou da UGT (como o etinilestradiol). Além disso, estudos in vitro demonstraram que o elvitegravir é um indutor fraco a modesto das enzimas CYP1A2, CYP2C19 e CYP3A. O elvitegravir terá também o potencial de ser um indutor fraco a modesto das enzimas CYP2B6 e CYP2C8, visto que estas enzimas são reguladas de maneira semelhante ao CYP2C9 e ao CYP3A. Contudo, os dados clínicos demonstraram que não existem alterações clinicamente relevantes na exposição da metadona (que é metabolizada principalmente pelos CYP2B6

e CYP2C19) após coadministração com elvitegravir potenciado versus administração de metadona isolada (ver Tabela 2).

O elvitegravir é um substrato do OATP1B1 e do OATP1B3 (OATP – polipéptidos transportadores de aniões orgânicos) e um inibidor do OATP1B3 in vitro. A relevância in vivo destas interações não é clara.

As interações entre o elvitegravir e os potenciais medicamentos coadministrados estão indicadas na Tabela 2 abaixo (um aumento é indicado como “↑”, uma diminuição como “↓”, sem alteração como “↔”). Estas interações baseiam-se em estudos de interação medicamentosa ou em interações previstas devidas à amplitude de interação esperada e ao potencial para acontecimentos adversos graves ou perda de efeito terapêutico.

Nos casos em que foram estudadas interações, o efeito sobre Vitekta foi determinado comp r ndo farmacocinética do elvitegravir potenciado (utilizando ritonavir ou cobicistate como ntens ficador farmacocinético) na ausência e na presença do medicamento coadministrado. Não fo am estudadas interações utilizando elvitegravir não potenciado. Exceto quando indicado na Tabela 2, a dose de elvitegravir potenciado ou do medicamento coadministrado foi a mesma quando administrada isoladamente ou em associação. Os parâmetros farmacocinéticos dos inibid res da pr tease apresentados na Tabela 2 foram avaliados na presença de ritonavir.

Embora possam não existir interações reais ou previstas entre um medic mento e o elvitegravir,

 

poderão existir interações entre um medicamento e ritonavir e/ u

inibidor da protease

 

coadministrado com elvitegravir. O prescritor deverá consultar sempreautorizadoo Resumo das Características

 

do Medicamento de ritonavir ou do inibidor da protease.

 

 

 

 

Tabela 2: Interações entre elvitegravir e outros medicamentos

 

 

 

 

 

 

não

 

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

 

Recomendação respeitante à

 

 

terapêuticas

 

f rmacos

 

coadministração com elvitegravir

 

 

 

Alteração média em

 

potenciado pelo ritonavir

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

 

ANTIRRETROVIRAIS

 

 

 

 

 

 

 

Inibidores da protease do VIH

 

 

 

 

 

 

 

Atazanavir (300 mg uma v z por

Atazanavir/Ritonavir

Quando utilizado em associação com

 

 

dia)

demonstraram aumentar de

atazanavir, a dose de Vitekta deve ser

 

 

Elvitegravir (200 mg uma v z por

forma significativa as

de 85 mg uma vez por dia. Quando

 

 

dia)

concentrações plasmáticas de

utilizado em associação com Vitekta, a

 

 

Ritonavir (100 mg u vez por

elvitegravir.

 

dose recomendada de atazanavir é de

 

 

dia)

 

 

 

300 mg com ritonavir na dose de

 

 

Medicamento

Elvitegravir:

 

100 mg uma vez por dia.

 

 

AUC: ↑ 100%

 

 

 

 

Cmax: ↑ 85%

 

Não existem dados disponíveis para que

 

 

Cmin: ↑ 188%

 

possam ser feitas recomendações

 

 

Atazanavir:

 

posológicas para a coadministração

 

 

 

com outras doses de atazanavir (ver

 

 

AUC: ↔

 

 

secção 4.2).

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↓ 35%

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

 

 

terapêuticas

 

fármacos

 

 

 

Alteração média em

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

Atazanavir (300 mg uma vez por

Elvitegravir:

 

 

 

dia)

AUC: ↔*

 

 

 

 

Elvitegravir (85 mg uma vez por

Cmax: ↔*

 

 

 

 

dia)

Cmin: ↑ 38%*

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Atazanavir:

 

 

 

dia)

 

 

 

 

AUC: ↔**

 

 

 

 

Cmax: ↔**

 

 

 

 

 

Cmin: ↔**

 

 

 

 

 

*quando comparado com

 

 

 

elvitegravir/ritonavir

 

 

 

150/100 mg uma vez por dia.

 

 

 

**quando comparado com

 

 

 

atazanavir/ritonavir 300/100 mg

 

 

 

uma vez por dia

 

 

 

Darunavir (600 mg duas vezes por

Elvitegravir:

 

 

 

dia)

AUC: ↔

 

 

 

 

Elvitegravir (125 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

não

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

Ritonavir (100 mg duas vezes por

Darunavir:

 

 

 

dia)

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

dia)

Cmax: ↔

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

Cmin: ↓ 17%

 

 

 

Fosamprenavir (700 mg duas vezes

Elvitegravir:

 

 

 

por dia)

AUC: ↔

 

 

 

 

Elvitegravir (125 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

 

 

Medicamento

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg duas vezes por

Fosamprenavir:

 

 

 

dia)

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

Lopinavir/Ritonavir (400/100 g

Lopinavir/Ritonavir

 

 

 

duas vezes por dia)

demonstraram aumentar de

 

 

Elvitegravir (125 g u vez por

forma significativa as

 

 

dia)

concentrações plasmáticas de

 

 

 

elvitegravir.

 

 

 

 

Elvitegravir:

 

 

 

 

AUC: ↑ 75%

 

 

 

 

Cmax: ↑ 52%

 

 

 

 

Cmin: ↑ 138%

 

 

 

 

Lopinavir:

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

Cmin: ↓ 8%

 

 

Recomendação respeitante à coadministração com elvitegravir potenciado pelo ritonavir

d run vir, a dose de Vitekta deve ser de 150 mg uma vez por dia.

Quautorizadondo tilizado em associação com

Não existem dados disponíveis para que possam ser feitas recomendações posológicas para a coadministração com outras doses de darunavir (ver secção 4.2).

Quando utilizado em associação com fosamprenavir, a dose de Vitekta deve ser de 150 mg uma vez por dia.

Não existem dados disponíveis para que possam ser feitas recomendações posológicas para a coadministração com outras doses de fosamprenavir (ver secção 4.2).

Quando utilizado em associação com lopinavir/ritonavir, a dose de Vitekta deve ser de 85 mg uma vez por dia.

Não existem dados disponíveis para que possam ser feitas recomendações posológicas para a coadministração com outras doses de lopinavir/ritonavir (ver secção 4.2).

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

Recomendação respeitante à

 

 

terapêuticas

fármacos

coadministração com elvitegravir

 

 

 

Alteração média em

potenciado pelo ritonavir

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

 

 

Tipranavir (500 mg duas vezes por

Elvitegravir:

 

Devido aos dados clínicos insuficientes

 

 

dia)

AUC: ↔

 

a associação de elvitegravir com

 

 

Elvitegravir (200 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

tipranavir não é recomendada (ver

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

secção 4.2).

 

 

 

Ritonavir (200 mg duas vezes por

Tipranavir:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↓ 11%

 

 

 

 

 

Inibidores nucleósidos da transcriptase reversa (NRTI)

 

 

 

 

Didanosina (400 mg uma vez por

Elvitegravir:

 

Como a didanosina é adm n str da com

 

 

dia)

AUC: ↔

 

o estômago vazio, deve á ser

 

 

Elvitegravir (200 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

administrada pelo menos uma hora

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

antes ou duas h as depois de Vitekta

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Didanosina:

 

(que é adminis rado c

m alimentos).

 

 

dia)

 

Recomenda-se a m nit

rização clínica.

 

 

 

AUC: ↓ 14%

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↓ 16%

 

 

 

 

 

Zidovudina (300 mg duas vezes

Elvitegravir:

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

por dia)

AUC: ↔

 

qu ndo Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (200 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

zid vudina.

 

 

 

dia)

Cmin: ↔

não

autorizado

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Zidovudina:

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

Estavudina (40 mg uma vez por

Elvitegravir:

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (200 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

estavudina.

 

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Es avudina:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

Abacavir (600 mg uma v z por

Elvitegravir:

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (200 g u a vez por

Cmax: ↔

 

abacavir.

 

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Abacavir:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

Tenofovir isoproxil fumarato

Elvitegravir:

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

(300 mg uma vez por dia)

AUC: ↔

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Emtricitabina (200 mg uma vez

Cmax: ↔

 

tenofovir disoproxil fumarato ou com

 

 

por dia)

Cmin: ↔

 

emtricitabina.

 

 

 

Elvitegravir (50 mg uma vez por

Tenofovir:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

AUC: ↔

 

 

 

 

 

Medicamento

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

 

Emtricitabina:

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

Recomendação respeitante à

terapêuticas

fármacos

coadministração com elvitegravir

 

Alteração média em

potenciado pelo ritonavir

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

Cmin

 

Inibidores não nucleósidos da transcriptase reversa (NNRTI)

 

Efavirenz

Interação não estudada com

 

A coadministração não é recomendada

 

 

 

elvitegravir.

 

 

(ver secção 4.4).

 

 

Prevê-se que a coadministração

 

autorizado

 

 

de efavirenz e elvitegravir

 

 

 

 

 

 

 

 

diminua as concentrações

 

 

 

 

 

plasmáticas de elvitegravir, o

 

 

 

 

 

que pode resultar na perda do

 

 

 

 

 

efeito terapêutico e possível

 

 

 

 

 

desenvolvimento de resistência.

 

 

 

 

Etravirina (200 mg duas vezes por

Elvitegravir:

 

 

Não são necessá ios ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

 

quando Vitekta é coadm n strado com

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

etravirina.

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Etravirina:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

 

 

não

 

 

 

 

Nevirapina

Interação não estudada com

 

A coadministração não é recomendada

 

 

elvitegravir.

 

 

(ver secção 4.4).

 

 

Prevê-se que a coadmi istraç o

 

 

 

 

 

de nevirapina e elvitegravir

 

 

 

 

 

diminua as conce trações

 

 

 

 

 

plasmáticas de elvitegravir, o

 

 

 

Medicamento

que pode resultar na perda do

 

 

 

efeito terapêutico e possível

 

 

 

 

 

desenv lvimentode resistência.

 

 

 

 

Rilpivirina

In eração não estudada com

 

Não se prevê que a coadministração de

 

 

elvi egravir.

 

 

elvitegravir e rilpivirina altere as

 

 

 

 

 

concentrações plasmáticas de

 

 

 

 

 

elvitegravir, portanto não são

 

 

 

 

 

necessários ajustes posológicos de

 

 

 

 

 

Vitekta.

 

Antagonistas do CCR5

 

 

 

 

 

 

Maraviroc (150 mg du s vezes por

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

Elvitegrav r (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

maraviroc.

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

§Devido à inibição do CYP3A pelo

 

Ritonav r (100 mg uma vez por

Maraviroc:§

 

 

 

dia)

 

 

ritonavir, a exposição ao maraviroc

 

 

AUC: ↑ 186%

 

 

aumenta de forma significativa.

 

 

Cmax: ↑ 115%

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↑ 323%

 

 

 

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

 

Recomendação respeitante à

 

 

terapêuticas

 

fármacos

 

coadministração com elvitegravir

 

 

 

 

 

Alteração média em

 

potenciado pelo ritonavir

 

 

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

 

 

ANTIÁCIDOS

 

 

 

 

 

 

 

 

Suspensão antiácida contendo

Elvitegravir (suspensão

 

As concentrações plasmáticas de

 

 

magnésio/alumínio (dose única de

antiácida administrada ± 4 horas

 

elvitegravir são mais baixas com

 

 

20 ml)

 

 

antes ou após a administração de

 

antiácidos devido à formação de

 

 

Elvitegravir (50 mg uma vez por

elvitegravir):

 

 

complexos no trato gastrointestinal e

 

 

dia)

 

 

AUC: ↔

 

 

não a alterações do pH gástrico.

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

Recomenda-se separar a administração

 

 

dia)

 

 

Cmin: ↔

 

 

de Vitekta e do antiácido em pelo

 

 

 

 

 

Elvitegravir (administração

 

menos 4 horas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

simultânea com antiácidos):

 

 

 

 

 

 

 

AUC: ↓ 45%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↓ 47%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↓ 41%

 

 

 

 

 

SUPLEMENTOS ALIMENTARES

 

 

 

 

 

 

Suplementos multivitamínicos

Interação não estudada com

 

Como o efei da f rmação de

 

 

 

 

 

elvitegravir.

 

 

complexos ca iónicos de elvitegravir

 

 

 

 

 

 

 

 

não pode ser excluído quando

 

 

 

 

 

 

 

 

co dministrado com suplementos

 

 

 

 

 

 

 

 

multivit mínicos, recomenda-se separar

 

 

 

 

 

 

 

 

a administração de Vitekta e

 

 

 

 

 

 

 

 

autorizado

 

 

 

 

 

 

 

 

suplementos multivitamínicos com um

 

 

 

 

 

 

 

 

intervalo de pelo menos 4 horas.

 

 

ANALGÉSICOS NARCÓTICOS

 

 

 

 

 

 

Metadona (80-120 mg uma vez por

Elvitegravir:

não

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

 

 

AUC: ↔

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

metadona.

 

 

dia)

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

Cobicistate (150 mg uma vez por

Me ad na:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AUC: ↔

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Buprenorfina/Naloxona (16/4 mg a

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

24/6 mg diariamente)

 

AUC: ↔

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (150

g u

a v z por

Cmax: ↔

 

 

buprenorfina/naloxona.

 

 

dia)

g u

vez por

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

Cobicistate (150

Buprenorfina:

 

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AUC: ↑ 35%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↑ 12%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmin: ↑ 66%

 

 

 

 

 

 

 

 

Naloxona:

 

 

 

 

 

 

 

 

AUC: ↓ 28%

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmax: ↓ 28%

 

 

 

 

 

ANTI-INFECIOSOS

 

 

 

 

 

 

 

Antifúngicos

 

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento

 

 

 

 

 

Cetoconazol (200 mg duas vezes

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

por dia)

 

 

AUC: ↑ 48%

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

 

 

cetoconazol.

 

 

dia)

 

 

Cmin: ↑ 67%

 

 

§Devido à inibição do CYP3A pelo

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

↑ Cetoconazol§

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

ritonavir, a exposição ao cetoconazol

 

 

 

 

 

 

 

 

aumenta.

 

 

Medicamento por áreas

Efeitos sobre os níveis dos

Recomendação respeitante à

 

 

terapêuticas

fármacos

coadministração com elvitegravir

 

 

 

Alteração média em

potenciado pelo ritonavir

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

Antimicobacterianos

 

 

 

 

Rifabutina (150 mg uma vez em

Elvitegravir:

A coadministração de Vitekta e

 

 

dias alternados)

AUC: ↔*

rifabutina não é recomendada. Se a

 

 

Elvitegravir (300 mg uma vez por

Cmax: ↔*

associação for necessária, a dose

 

 

dia)

Cmin: ↔*

recomendada de rifabutina é de 150 mg

 

 

Ritonavir (100 mg uma vez por

Rifabutina:

3 vezes por semana em dias

 

 

dia)

especificados (por exemplo, Segun a-

 

 

 

AUC: ↔**

feira-Quarta-feira-Sexta-feira).

 

 

 

Cmax: ↔**

 

 

 

 

Cmin: ↔**

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

 

25-O-desacetil-rifabutina:§

de Vitekta quando coadm n str do com

 

 

 

AUC: ↑ 851%**

uma dose reduzida de fabutina.

 

 

 

Cmax: ↑ 440%**

 

 

 

 

Cmin: ↑ 1.836%**

Não foi estudada uma diminuição

 

 

 

*quando comparado com

adicional da d se de rifabutina. Deve

 

 

 

ter-se presen e que uma dose duas vezes

 

 

 

elvitegravir/ritonavir

por semana de 150 mg poderá não

 

 

 

300/100 mg uma vez por dia.

proporcionar ma exposição ótima à

 

 

 

**quando comparado com

rif butin , causando portanto um risco

 

 

 

de resistência à rifamicina e uma

 

 

 

rifabutina 300 mg uma vez p r

falência terapêutica.

 

 

 

dia

autorizado

 

 

 

 

§Devido à inibição do CYP3A pelo

 

 

 

A atividade antibacteria a total

ritonavir, a exposição à 25-O-desacetil-

 

 

 

aumentou em 50%.

rifabutina aumenta.

 

 

ANTICOAGULANTES

não

 

 

Varfarina

Interação não estudada com

Recomenda-se que o Índice

 

 

 

elvitegravir.

Normalizado Internacional (INR) seja

 

 

 

As c ncentraçõesda varfarina

monitorizado durante a coadministração

 

 

 

de Vitekta. O INR deve continuar a ser

 

 

 

p dem ser afetadas durante a

monitorizado durante as primeiras

 

 

 

coadministração com

semanas após parar o tratamento com

 

 

 

elvitegravir.

Vitekta.

 

 

ANTAGONISTAS DOS RECETORES H2

 

 

 

Famotidina (40 mg uma v z por

Elvitegravir:

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

AUC: ↔

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (150 g u a vez por

Cmax: ↔

famotidina.

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

/Cobicistate (150 mg uma vez por

 

 

 

 

dia)

 

 

 

 

INIBIDORES DA HMG CO-A REDUTASE

 

 

 

Rosuvastat na (dose única de

Elvitegravir:

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

10 mg)

AUC: ↔

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvit gravir (150 mg uma vez por

Cmax: ↔

rosuvastatina.

 

 

dia)

Cmin: ↔

 

 

 

Cobicistate (150 mg uma vez por

Rosuvastatina:

 

 

 

dia)

 

 

 

Medicamento

AUC: ↑ 38%

 

 

 

Cmax: ↑ 89%

 

 

 

 

Cmin: ↑ 43%

 

 

 

 

Medicamento por áreas

 

Efeitos sobre os níveis dos

 

Recomendação respeitante à

 

 

 

terapêuticas

 

 

fármacos

 

coadministração com elvitegravir

 

 

 

 

 

Alteração média em

 

potenciado pelo ritonavir

 

 

 

 

 

percentagem das AUC, Cmax,

 

 

 

 

 

 

 

 

Cmin

 

 

 

 

 

Atorvastatina

 

Interação não estudada com

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

Fluvastatina

 

elvitegravir.

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Pitavastatina

 

Não se prevê que as

 

 

atorvastatina, fluvastatina, pitavastatina

 

 

Pravastatina

 

 

 

ou pravastatina.

 

 

 

 

 

concentrações plasmáticas de

 

autorizado

 

 

 

 

 

substratos de polipéptidos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

transportadores de aniões

 

 

 

 

 

 

 

orgânicos (OATP) se alterem

 

 

 

 

 

 

 

com a coadministração de

 

 

 

 

 

 

 

elvitegravir.

 

 

 

 

 

 

 

 

Não se prevê que as

 

 

 

 

 

 

 

 

concentrações plasmáticas de

 

 

 

 

 

 

 

elvitegravir se alterem com a

 

 

 

 

 

 

 

coadministração de

 

 

 

 

 

 

 

 

substratos/inibidores de OATP.

 

 

 

 

CONTRACETIVOS ORAIS

 

 

 

 

 

 

 

 

Norgestimato (0,180/0,215 mg

 

Norgestimato:

 

 

Devem tomar-se precauções quando se

 

 

uma vez por dia)

 

AUC: ↑ 126%

 

 

co dministra Vitekta e um contracetivo

 

 

Etinilestradiol (0,025 mg uma vez

 

Cmax: ↑ 108%

não

 

hormon l. O contracetivo hormonal

 

 

por dia)

 

Cmin: ↑ 167%

 

deve conter pelo menos 30 µg de

 

 

Elvitegravir (150 mg uma vez por

 

Etinilestradiol:

 

 

etinilestradiol e conter norgestimato

 

 

dia)

 

 

 

como progestagénio ou as doentes

 

 

Cobicistate (150 mg uma vez por

 

AUC: ↓ 25%

 

 

devem utilizar um método de

 

 

dia)1

 

Cmax: ↔

 

 

 

contraceção alternativo fiável (ver

 

 

 

 

 

Cmin: ↓ 44%

 

 

secções 4.4 e 4.6).

 

 

 

 

 

Elvitegravir:

 

 

Os efeitos a longo prazo de aumentos

 

 

Medicamentoeficaz (ver secção 4.4 e 4.5).

 

AUC: ↔

 

 

substanciais da exposição à

 

 

 

Cmax: ↔

 

 

progesterona são desconhecidos. A

 

 

 

 

 

Cmin: ↔

 

 

 

coadministração de elvitegravir com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

outros contracetivos orais contendo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

progestagénios que não sejam o

 

 

 

 

 

 

 

 

 

norgestimato não foi estudada e,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

portanto, deve ser evitada.

 

 

INIBIDORES DA BOMBA DE PROTÕES

 

 

 

 

 

 

Omeprazol (40 mg u a vez por

 

Elvitegravir:

 

 

Não são necessários ajustes posológicos

 

 

dia)

 

AUC: ↔

 

 

 

quando Vitekta é coadministrado com

 

 

Elvitegravir (50 mg uma vez por

 

Cmax: ↔

 

 

 

omeprazol.

 

 

dia)

 

Cmin: ↔

 

 

 

 

 

 

Ritonav r (100 mg uma vez por dia)

 

 

 

 

 

 

 

 

Este estu o foi conduzido utilizando o comprimido de associação de doses fixas de

 

 

 

 

elvitegravir/cobicistate/emtricitabina/tenofovir disoproxil.

 

 

 

 

4.6 F rtilidade, gravidez e aleitamento

ulheres com potencial para engravidar/contraceção em homens e mulheres

A utilização de Vitekta tem necessariamente de ser acompanhada pela utilização de contraceção

Gravidez

A quantidade de dados clínicos sobre a utilização de elvitegravir em mulheres grávidas, é limitada ou inexistente.

Os estudos em animais não indicam efeitos nefastos diretos ou indiretos de elvitegravir no que respeita à toxicidade reprodutiva. Contudo, as exposições máximas avaliadas no coelho não excederam as exposições atingidas terapeuticamente (ver secção 5.3).

Vitekta não deve ser utilizado durante a gravidez a menos que o estado clínico da mulher exija tratamento com elvitegravir.

Amamentação

Desconhece-se se o elvitegravir/metabolitos são excretados no leite humano. Os dados farmacodinâmicos/toxicológicos disponíveis em ratos mostraram excreçãoautorizadode elvitegravir no leite.

Não pode ser excluído qualquer risco para os recém-nascidos/lactentes. Portanto, Vitekta não eve ser utilizado durante a amamentação.

Para evitar a transmissão do VIH ao lactente, recomenda-se que as mulheres infetadas pelo VIH não amamentem, em qualquer circunstância.

Fertilidade

Não existem dados disponíveis em humanos sobre o efeito de elvitegravir s bre a fertilidade. Os estudos em animais não indicam efeitos nefastos de elvitegravir sobre a fer ilidade.

4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquin s

Não foram estudados os efeitos de elvitegravir sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

4.8 Efeitos indesejáveis

Resumo do perfil de segurança

 

A avaliação das reações adversas baseia-se em dados de um estudo clínico controlado

(GS-US-183-0145) no qual 712 doentes adultos com infeção pelo VIH-1, com experiência terapêutica

 

não

antirretroviral prévia, foram tratados com elvitegravir (n = 354) ou com raltegravir (n = 358), tendo

sido administrado a cada doente um regime terapêutico de base consistindo num inibidor da protease

potenciado pelo ritonavir totalmen e a ivo enoutros agentes antirretrovirais. Destes 712 doentes,

543 (269 em elvitegravir e 274 em ral egravir) e 439 (224 em elvitegravir e 215 em raltegravir)

receberam, respetivamente, pelo me os 48 e 96 semanas de tratamento.

Medicamento

 

As reações adversas mais fr qu temente notificadas associadas ao elvitegravir foram diarreia (7,1%) e náuseas (4,0%) (ver Tab la 3).

Resumo tabel do d s reações adversas

As reações dvers s ssociadas ao elvitegravir com base na experiência obtida em estudos clínicos estão nd ad s na T bela 3 abaixo, por classes de sistemas de órgãos e frequência. Os efeitos indesejáve s são apresentados por ordem decrescente de gravidade dentro de cada classe de frequênc a. As frequências são definidas como frequentes (≥ 1/100, < 1/10) ou pouco frequentes (≥ 1/1.000, < 1/100).

Tabela 3: Resumo tabelado das reações adversas associadas ao elvitegravir com base na experiência obtida durante 96 semanas no estudo clínico GS-US-183-0145

Frequência

Reação adversa

 

 

Perturbações do foro psiquiátrico:

 

 

Pouco frequentes

ideação suicida e tentativa de suicídio (em doentes com antecedentes de

 

depressão ou doença psiquiátrica pré-existente), depressão, insónia

 

 

 

Doenças do sistema nervoso:

 

 

Frequentes

cefaleias

 

 

 

 

autorizado

 

Pouco frequentes

tonturas, parestesia, sonolência, disgeusia

 

 

Doenças gastrointestinais:

 

 

 

Frequentes

dor abdominal, diarreia, vómitos, náuseas

 

 

Pouco frequentes

dispepsia, distensão abdominal, flatulência,

 

Afeções dos tecidos cutâneos e subcutâneos:

 

 

Frequentes

erupção cutânea

 

 

Perturbações gerais e alterações no local de administração:

 

 

Frequentes

fadiga

 

 

Descrição de reações adversas selecionadas

Parâmetros metabólicos

O peso e os níveis de lípidos e glucose no sangue podem aument r dur nte terapêutica antirretroviral (ver secção 4.4).

Síndrome de Reativação Imunológica

 

Em doentes infetados pelo VIH com deficiência imu ológica grave à data de início da TARC, pode

ocorrer uma reação inflamatória a infeções oportu istas assi tomáticas ou residuais. Doenças

 

autoimunes (tal como a Doença de Graves), também têm sido descritas; no entanto, o tempo de início

descrito é mais variável e estes acontecimentos podemnãoocorrer muitos meses após o início do

tratamento (ver secção 4.4).

 

Medicamentoprofissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas através do sistema

Osteonecrose

Foram notificados casos de osteonecr se, particularmente em doentes com fatores de risco identificados, doença por VIH ava çada ou exposição prolongada a TARC. A sua frequência é desconhecida (ver secção 4.4).

Diarreia

No estudo GS-US-183-0145, foi notificada diarreia como reação adversa em 7,1% dos indivíduos no grupo do elvitegr vir e em 5,3% dos indivíduos no grupo do raltegravir. Nestes indivíduos, a diarreia teve uma gr vid de ligeira a moderada e não resultou em descontinuação do medicamento do estudo.

População ped átrica

Não existem dados de segurança disponíveis em crianças com idade inferior a 18 anos. Vitekta não é r com n a o nesta população (ver secção 4.2).

Notificação de suspeitas de reações adversas

A notificação de suspeitas de reações adversas após a autorização do medicamento é importante, uma vez que permite uma monitorização contínua da relação benefício-risco do medicamento. Pede-se aos

nacional de notificação mencionado no Apêndice V.

4.9 Sobredosagem

Se ocorrer sobredosagem, o doente deve ser monitorizado para pesquisa de toxicidade. O tratamento da sobredosagem com o elvitegravir consiste em medidas de suporte gerais incluindo monitorização dos sinais vitais assim como observação do estado clínico do doente.

Não existe um antídoto específico para sobredosagem com o elvitegravir. Como o elvitegravir apresenta uma ligação elevada às proteínas plasmáticas, é pouco provável que seja removido de forma significativa por hemodiálise ou por diálise peritoneal.

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

5.1 Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: Antivirais para uso sistémico, outros antivirais, código ATC: J05AX11

Atividade antiviral in vitro

autorizado

Mecanismo de ação e efeitos farmacodinâmicos

O elvitegravir é um inibidor da transferência de cadeia da integrase do VIH-1 (INSTI - integrase strand transfer inhibitor). A integrase é uma enzima codificada pelo VIH-1 q e é necessária para a replicação viral. A inibição da integrase previne a integração do ADN do VIH-1 no ADN genómico do hospedeiro, bloqueando a formação do pró-vírus do VIH-1 e prop g ção da infeção viral. O elvitegravir não inibe as topoisomerases humanas I ou II.

A atividade antiviral do elvitegravir contra isolados clínicosnãoe laboratoriais de VIH-1 foi avaliada em células linfoblastóides, monócitos/macrófagos e em li fócitos do sangue periférico e os valores da

concentração eficaz a 50% (CE ) estavam no intervalo de 0,02 a 1,7 nM. O elvitegravir apresentou

atividade antiviral em culturas celulares contra os clades A, B, C, D, E, F, G e O do VIH-1 (os valores de EC50 variaram entre 0,1 e 1,3 nM) e atividade contra o VIH-2 (CE50 de 0,53 nM). A atividade

in vitro

50

Medicamentoantiviral do elvitegravir não demonstrou qualquer antagonismo quando administrado em associação com fármacos antirre r virais das classes de inibidores dos nucleósidos (nucleótidos) da

transcriptase reversa (NRTI), inibid res não nucleósidos da transcriptase reversa (NNRTI), inibidores da protease (PI), inibidores da tra sferência de cadeia da integrase, inibidores da fusão ou antagonistas do co-recetor CCR5.

O elvitegravir não demonstrou inibição da replicação do VHB ou do VHC in vitro.

Resistência

Em cultura celul r

Foram sele on dos isolados de VIH-1 com diminuição da sensibilidade ao elvitegravir em culturas celulares. A resistência fenotípica ao elvitegravir estava associada com mais frequência às

substitu ções primárias na integrase T66I, E92Q e Q148R. Outras substituições na integrase na s l ção e culturas celulares incluíram H51Y, F121Y, S147G, S153Y, E157Q e R263K.

R sistência cruzada

Os vírus resistentes ao elvitegravir apresentam graus variáveis de resistência cruzada ao inibidor da transferência de cadeia da integrase raltegravir, dependendo do tipo e do número de substituições. Os vírus que expressam as substituições T66I/A mantêm a sensibilidade ao raltegravir, enquanto que a maior parte dos outros padrões de substituições associadas ao elvitegravir estão associadas à sensibilidade diminuída ao raltegravir. Com exceção de Y143C/R/H, o VIH-1 com as substituições primárias associadas ao raltegravir T66K, Q148H/K/R ou N155H na integrase estão associadas à sensibilidade diminuída ao elvitegravir.

Doentes com experiência terapêutica prévia

Numa análise de isolados de VIH-1 de indivíduos com falência terapêutica no estudo GS-US-183-0145 até a semana 96, observou-se o desenvolvimento de uma ou mais substituições primárias associadas à resistência ao elvitegravir em 23 dos 86 indivíduos com dados genotípicos avaliáveis de isolados iniciais emparelhados ou de isolados com falência terapêutica com elvitegravir (23/351 indivíduos tratados com elvitegravir, 6,6%). Ocorreram taxas semelhantes de desenvolvimento de resistência ao raltegravir no VIH-1 de indivíduos tratados com raltegravir (26/351 indivíduos tratados com raltegravir, 7,4%). As substituições mais frequentes que emergiram

em isolados de VIH-1 de indivíduos tratados com elvitegravir foram T66I/A (n = 8), E92Q/G (n = 7), T97A (n = 4), S147G (n = 4), Q148R (n = 4) e N155H (n = 5) na integrase.autorizadoEm análises fenotípicas de isolados de VIH-1 com substituições de resistência dos indivíduos tratados com elvitegravir, 14/20

(70%) tinham sensibilidade diminuída ao elvitegravir e 12/20 (60%) tinham sensibilidade diminuí a ao raltegravir.

Experiência clínica

Em doentes com infeção pelo VIH-1, com experiência terapêutica prévia

A eficácia de elvitegravir baseia-se principalmente nas análises até 96 semanas de um estudo aleatorizado, em dupla ocultação, controlado com comparador ativo, estudo GS-US-183-0145, em doentes com infeção pelo VIH-1, com experiência terapêutica prévia (n = 702).

No estudo GS-US-183-0145, os doentes foram aleatorizados numa r zão de 1:1 para receberem elvitegravir (150 mg ou 85 mg) uma vez por dia ou raltegravir 400 mg du s vezes por dia, cada um

administrado com um regime terapêutico de base contendonãoum inibidor da protease potenciado pelo

ritonavir totalmente ativo (atazanavir, darunavir, fosamprenavir, l pinavir ou tipranavir) e um

segundo agente. O regime terapêutico de base foi selecionado pelo investigador a partir de testes genotípicos/fenotípicos de resistência e dos antecedentes de tratamentos antirretrovirais prévios. A aleatorização foi estratificada durante o rastreio ao ível do ARN VIH-1 (≤ 100.000 cópias/ml ou > 100.000 cópias/ml) e da classe do segundo age te (NRTI ou outras classes). A taxa de resposta virológica foi avaliada nos dois braços de tratamento. A resposta virológica foi definida como a obtenção de uma carga viral não detetável (ARN VIH-1 < 50 cópias/ml).

MedicamentoNegra/Afro-americana

35,6%

32,2%

As características iniciais e os resul ad s dotratamento até a semana 96 do estudo GS-US-183-0145 estão apresentados respetivamen e nas Tabelas 4 e 5.

Tabela 4: Características demográficas e iniciais da doença de indivíduos adultos com infeção pelo VIH-1 com experiência t rapêutica antirretroviral no estudo GS-US-183-0145

 

 

Elvitegravir + regime

Raltegravir + regime

 

 

terapêutico de base

terapêutico de base

 

 

n = 351

n = 351

Característ s demográficas

 

 

Idade med ana, anos

 

(mín.-máx.)

 

(20-78)

(19-74)

S xo

 

 

 

Masculino

 

83,2%

80,9%

F minino

 

16,8%

19,1%

Etnicidade

 

 

 

Branca

 

60,1%

64,4%

 

 

 

 

Asiática

 

2,6%

1,4%

Outra

 

1,7%

2,0%

Características iniciais da doença

 

 

Concentração plasmática inicial

 

4,35

4,42

mediana do ARN VIH-1

 

(1,69-6,63)

(1,69-6,10)

(intervalo) log10 cópias/ml

 

 

 

 

 

 

Elvitegravir + regime

 

Raltegravir + regime

 

 

 

 

terapêutico de base

 

terapêutico de base

 

 

 

 

 

 

n = 351

 

 

n = 351

 

 

Percentagem de indivíduos com

 

 

25,6

 

 

 

25,6

 

 

 

carga viral > 100.000 cópias/ml

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Contagem de células CD4+

 

 

 

227,0

 

 

215,0

 

 

 

inicial mediana (intervalo),

 

 

(2,0-1.374,0)

 

(1,0-1.497,0)

 

 

 

células/mm3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Percentagem de indivíduos com

 

 

44,4

 

 

 

44,9

 

 

 

contagens de células CD4+

 

 

 

 

 

 

autorizado

 

 

≤ 200 células/mm3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pontuação inicial da

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sensibilidade genotípicaa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1%

 

 

 

< 1%

 

 

 

 

 

 

14%

 

 

 

15%

 

 

 

 

 

 

81%

 

 

 

83%

 

 

 

 

 

 

3%

 

 

 

2%

 

 

 

a As pontuações da sensibilidade fenotípica são calculadas somando os valores da sensibilidade ao fármaco (1 = sensível;

 

0 = sensibilidade diminuída) de todos os fármacos do regime terapêutico de base inicial.

 

 

 

 

 

Tabela 5: Resultado virológico do tratamento aleatorizado do est do GS-US-183-0145 na

 

semana 48 e na semana 96 (análise seletiva)a

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

não

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Semana 48

 

 

Semana 96

 

 

 

Elvitegravir +

Raltegravir +

Elvitegravir +

 

Raltegravir +

 

 

 

 

regime

 

regime

 

regime

 

regime

 

 

 

terapêutico de

terapêutico

terapêutico de

 

terapêutico

 

 

 

 

base

 

de base

 

base

 

de base

 

 

 

 

n = 351

 

n = 351

 

n = 351

 

n = 351

 

 

Sucesso virológico

60%

58%

52%

 

53%

 

 

 

ARN VIH 1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento

 

 

 

 

 

 

 

 

< 50 cópias/ml

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diferença entre

2,2% (IC 95% = -5,0%; 9,3%)

-0,5% (IC 95% = -7,9%; 6,8%)

 

 

tratamentos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Falência virológicab

33%

 

 

32%

36%

 

31%

 

 

 

Sem dados virológicos na

7%

 

 

11%

12%

 

16%

 

 

 

janela da semana 48 ou

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

da semana 96

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Medicamento do estudo

2%

 

 

5%

3%

 

7%

 

 

 

interrompido devido

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AA ou morte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Med amento do estudo

4%

 

 

5%

8%

 

9%

 

 

 

interromp o devido a

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

outras razões e ao último

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ARN VIH 1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

< 50 cópias/ml

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

disponíveld

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Semana 48

Semana 96

 

Elvitegravir +

Raltegravir +

Elvitegravir +

Raltegravir +

 

regime

regime

regime

regime

 

terapêutico de

terapêutico

terapêutico de

terapêutico

 

base

de base

base

de base

 

n = 351

n = 351

n = 351

n = 351

Falta de dados durante a

1%

1%

1%

1%

janela embora em

 

 

 

 

tratamento com o

 

 

 

 

medicamento do estudo

 

 

 

 

aA janela da semana 48 é entre o dia 309 e o dia 364 (inclusive), a janela da semana 96 é entre o dia 645 e o dia 700 (inclusive).

bInclui indivíduos que tinham ≥ 50 cópias/ml na janela da semana 48 ou da semana 96, indivíduos que interromper m

precocemente devido a falta ou perda de eficácia, indivíduos que tinham uma carga viral ≥ 50 cópias/ml na

ltura da

mudança do regime terapêutico de base, indivíduos que interromperam por outras razões diferentes de um

contecimento

adverso, morte ou falta ou perda de eficácia e que na altura da interrupção tinham uma carga viral ≥ 50 cóp as/ml.

cInclui doentes que interromperam devido a acontecimento adverso (AA) ou morte no ponto de tempo desde o dia 1 ao longo de toda a janela de tempo se resultasse na ausência de dados virológicos em tratamento du ante a janela especificada.

d Inclui indivíduos que interromperam por outras razões diferentes de um AA, morte ou fal a u perda de eficácia, por

O elvitegravir foi não inferior na obtenção de um ARN VIH-1 < 50 cópiautorizados/ml q ando comparado com o raltegravir.

exemplo, retiraram o consentimento, perdidos para o seguimento, etc.

 

 

 

não

 

No estudo GS-US-183-0145, o aumento médio desde o início da contagem de células CD4+ na

semana 96 foi de 205 células/mm3 nos doentes tratados com elvitegravir e de 198 células/mm3

nos

doentes tratados com raltegravir.

 

 

 

No estudo GS-US-183-0145, as a

álises de subgrupos por inibidor da protease coadministrado

 

Medicamento

 

 

 

Entre os indivíduos com uma pontuação da sensibilidade gen típica de ≤ 1, 76% e 69% tinham um ARN VIH-1 < 50 cópias/ml na semana 48, respetivamente n s braç s de tratamento de elvitegravir e raltegravir. Entre os indivíduos com uma pontuação da se sibilidade genotípica de > 1, 57% e 56% tinham um ARN VIH-1 < 50 cópias/ml na semana 48, respetivamente nos braços de tratamento de elvitegravir e raltegravir.

demonstraram taxas de suc sso virológico semelhantes para o elvitegravir e para o raltegravir em cada subgrupo de inibidor da prot ase nas semanas 48 e 96 (ARN VIH-1 < 50 cópias/ml) (Tabela 6).

Tabela 6: Sucesso virológico por inibidor da protease coadministrado no estudo GS-US-183-0145 na semana 48 e na semana 96 (análise seletiva)

 

 

 

Elvitegravir versus

 

 

 

 

raltegravir

 

 

ARN VIH 1

Elvitegravir

Raltegravir

Diferença em

 

 

< 50 cópias/ml, n/N (%)

(N = 351)

(N = 351)

percentagens (IC 95%)a

 

Sucesso virológico na

 

 

 

 

 

 

semana 48

 

 

 

 

 

 

 

 

 

autorizado

 

Darunavir/ritonavir

126/202 (62,4%)

122/207 (58,9%)

3,4%

(-6,0% a 12,9%)

 

Lopinavir/ritonavir

39/68 (57,4%)

37/68 (54,4%)

2,9%

(-13,7% a 19,6%)

 

Atazanavir/ritonavir

34/61 (55,7%)

28/51 (54,9%)

0,8%

(-17,7% a 19,3%)

 

Fosamprenavir/ritonavir

8/14 (57,1%)

10/18 (55,6%)

1,6%

(-33,0%

36,2%)

 

Tipranavir/ritonavir

3/6 (50,0%)

5/7 (71,4%)

-21,4% (-73,6%

30,7%)

 

Sucesso virológico na

 

 

 

 

 

 

semana 96

 

 

 

 

 

 

Darunavir/ritonavir

105/202 (52,0%)

112/207 (54,1%)

-2,1% (-11,8% a 7,5%)

 

Lopinavir/ritonavir

36/68 (52,9%)

37/68 (54,4%)

-1,5% (-18,2% a 15,3%)

 

Atazanavir/ritonavir

33/61 (54,1%)

23/51 (45,1%)

9,0%

(-9,5% a 27,5%)

 

Fosamprenavir/ritonavir

7/14 (50,0%)

11/18 (61,1%)

-11,1% (-45,7% a 23,4%)

 

Tipranavir/ritonavir

3/6 (50,0%)

3/7 (42,9%)

7,1%

(-47,1% a 61,4%)

 

a A diferença nas proporções e

respetivos IC 95% entre os grupos de tratamento le toriz dos baseia-se numa aproximação

 

normal.

 

não

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Embora limitada pelo pequeno número de indivíduos do sexo feminino no estudo GS-US-183-0145, a análise de subgrupos por sexo demonstrou que as taxas de sucesso virológico em indivíduos do sexo feminino nas semanas 48 e 96 (ARN VIH-1 < 50 cópias/ml) foram numericamente mais baixas no braço de tratamento de elvitegravir do que nobraço de tratamento de raltegravir. As taxas de sucesso virológico na semana 48 para o elvitegravir e para o raltegravir foram respetivamente de 47,5% (28/59) e 62,7% (42/67) (diferença: -12,3% [IC 95%: -30,1% a 5,5%]) para os indivíduos do sexo

Medicamentofeminino e de 62,3% (182/292) e 56,3% (160/284) (diferença: 5,3% [IC 95%: -2,5% a 13,2%]) para os indivíduos do sexo masculino. As axas de sucesso virológico na semana 96 para o elvitegravir e

para o raltegravir foram respetivamen e de 39,0% (23/59) e 52,2% (35/67) (diferença: -8,4% [IC 95%: -26,1% a 9,2%]) para os indivíduos do sexo feminino e de 55,1% (161/292) e 53,2% (151/284) (diferença: 1,5% [IC 95%: -6,5% a 9,6%]) para os indivíduos do sexo masculino.

População pediátrica

A Agência Europeia de Medicamentos diferiu a obrigação de apresentação dos resultados dos estudos com elvitegr vir em um ou ais subgrupos da população pediátrica no tratamento da infeção pelo VIH-1 (ver secção 4.2 para informação sobre utilização pediátrica).

5.2 Propr edades farmacocinéticas

Absorção

Após a administração oral de elvitegravir potenciado pelo ritonavir com alimentos a indivíduos com inf ção pelo VIH-1, observaram-se concentrações plasmáticas máximas de elvitegravir 4 horas após a

dose. A Cmax, a AUCtau, e a Cmínima médias (média ± DP) no estado de equilíbrio, após doses múltiplas de elvitegravir mais um inibidor da protease potenciado pelo ritonavir (150 mg de elvitegravir com

darunavir ou fosamprenavir; 85 mg de elvitegravir com atazanavir ou lopinavir) em indivíduos com infeção pelo VIH-1, foram respetivamente de 1,4 ± 0,39 µg/ml, 18 ± 6,8 µg•h/ml e 0,38 ± 0,22 µg/ml para o elvitegravir. A biodisponibilidade oral absoluta não foi determinada.

Em relação às condições de jejum, a administração de elivitegravir potenciado na forma de associação de doses fixas de 150 mg de elvitegravir/150 mg de cobicistate/200 mg de emtricitabina/245 mg de tenofovir disoproxil com uma refeição ligeira (aproximadamente 373 kcal, 20% de gorduras) ou com uma refeição de alto teor de gorduras (aproximadamente 800 kcal, 50% de gorduras) resultou no

aumento das exposições ao elvitegravir. A Cmax e a AUCtau do elvitegravir aumentaram respetivamente 22% e 36% com uma refeição ligeira, tendo aumentado respetivamente 56% e 91% com uma refeição de alto teor de gorduras.

Distribuição

O elvitegravir apresenta uma ligação às proteínas plasmáticas humanas de 98-99% e esta ligação é independente da concentração do fármaco no intervalo de 1,0 ng/ml a 1,6 μg/ml. A razão das concentrações médias do fármaco entre plasma e sangue é de 1,37.

metabolismo. Após potenciação com o ritonavir (100 mg) bserva-seautorizadouma inibição global do metabolismo de elvitegravir com exposições sistémicas significativamente aumentadas (AUC

Biotransformação

O elvitegravir é submetido a um metabolismo oxidativo através do CYP3A (via principal), e a glucuronidação através das enzimas UGT1A1/3 (via de menor importância).

O ritonavir inibe o CYP3A, aumentando assim as concentrações plasmáticas de elvitegravir de forma considerável. A administração de ritonavir (20-200 mg) uma vez por dia, resulta num aumento da

exposição ao elvitegravir após administração repetida uma vez por dia, verificando-se a estabili ação da exposição ao elvitegravir próximo dos 100 mg de ritonavir. Aumentos adici nais da exposição ao

ritonavir não produzem aumentos adicionais da exposição ao elvitegravir. Vi ek a é indicado para utilização apenas quando coadministrado com ritonavir como agente de po enciação.

A exposição média no estado de equilíbrio (AUCtau) ao elvitegravir não potenciado é ~ 20% mais

baixa após doses múltiplas versus uma dose única, indicando uma utoindução modesta do seu não

20 vezes mais elevada), concentrações mínimas elevadas e uma semivida de eliminação mediana mais prolongada (9,5 versus 3,5 horas).

Após a administração oral de uma dose única de [14C]elvitegravir potenciado pelo ritonavir, o elvitegravir foi a espécie predominante no plasma,representando aproximadamente 94% e 61% da radioatividade circulante às 32 e 48 horas respetivamente. Os metabolitos aromáticos e alifáticos

Medicamentoresultantes da hidroxilação ou glucuronidação estão presentes em níveis muito baixos e não contribuem para a atividade antiviral gl bal do elvitegravir.

Eliminação

Após a administração oral de [14C]elvitegravir potenciado pelo ritonavir, 94,8% da dose foi recuperada nas fezes, o que é co siste te com a eliminação hepatobiliar do elvitegravir; 6,7% da dose administrada foi recup rada na urina na forma de metabolitos. O tempo de semivida plasmática terminal mediana do elvitegravir potenciado pelo ritonavir é aproximadamente de 8,7 a 13,7 horas.

Linearidade/não line ridade

As expos ções pl smáticas ao elvitegravir são não lineares e menos do que proporcionais à dose, provavelmente devido à absorção limitada pela solubilidade.

I osos

A farmacocinética do elvitegravir não foi completamente avaliada nos idosos (com mais de 65 anos).

Sexo

Não foram identificadas diferenças farmacocinéticas clinicamente relevantes devidas ao sexo com o elvitegravir potenciado.

Etnicidade

Não foram identificadas diferenças farmacocinéticas clinicamente relevantes devidas à etnicidade com o elvitegravir potenciado.

População pediátrica

A farmacocinética do elvitegravir em indivíduos pediátricos não foi estabelecida.

Compromisso renal

Um estudo da farmacocinética do elvitegravir potenciado foi realizado em indivíduos sem infeção pelo VIH-1 com compromisso renal grave (depuração da creatinina estimada inferior a 30 ml/min). Não se observaram diferenças clinicamente relevantes nas farmacocinéticas do elvitegravir entre indivíduos com compromisso renal grave e indivíduos saudáveis. Não é necessário ajuste posológico de Vitekta em doentes com compromisso renal.

Compromisso hepático

autorizado

O elvitegravir é metabolizado e eliminado principalmente no fígado. Um estudo da farmacocinética do elvitegravir potenciado foi realizado em indivíduos sem infeção pelo VIH-1 com compromisso hepático moderado (Classe B de Child-Pugh). Não se observaram diferenças clinicamente relevantes nas farmacocinéticas do elvitegravir entre indivíduos com compromisso moderado e indivíduos saudáveis. Não é necessário ajuste posológico de Vitekta em doentes com compromisso hepático ligeiro a moderado. O efeito do compromisso hepático grave (Classe C de Child-Pugh) na farmacocinética do elvitegravir não foi estudado.

Coinfeção pelo o vírus da hepatite B e/ou hepatite C

Dados limitados de uma análise farmacocinética populacional (n = 56) indic u que a c infeção pelo vírus da hepatite B e/ou C não teve efeitos clinicamente relevantes sobre a exposição ao elvitegravir potenciado.

5.3 Dados de segurança pré-clínica

Os dados não clínicos não revelam riscos especiais paranãoo ser human , segundo estudos convencionais de farmacologia de segurança, toxicidade de dose repetida, genotoxicidade, potencial carcinogénico, toxicidade reprodutiva e do desenvolvime to. As doses máximas de elvitegravir testadas nos estudos de toxicidade do desenvolvime to em ratos e coelhos corresponderam a exposições que são respetivamente de cercade 29 vezes e 0,2 vezes a exposição terapêutica humana.

MedicamentoO elvitegravir foi negativo num teste de mutagenicidade bacteriana in vitro (teste de Ames) e negativo num ensaio do micronúcleo de ra in vivo em doses até 2.000 mg/kg. Num teste de aberração

cromossómica in vitro, o elvitegravir f i negativo com ativação metabólica; contudo, foi observada uma resposta equívoca sem ativação.

Estudos a longo prazo de carci ogenicidade oral com o elvitegravir não revelaram potencial carcinogénico em ratinhos ratos.

A substância tiva elvitegravir persiste no ambiente.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1 Lista os excipientes

Núcl o do comprimido

Croscarmelose sódica

Hidroxipropilcelulose

Lactose mono-hidratada

Estearato de magnésio

Celulose microcristalina

Laurilsulfato de sódio

4 anos.
Não aplicável.
Película de revestimento
Laca de alumínio de indigotina (E132) Macrogol 3350 (E1521)
Álcool polivinílico (parcialmente hidrolisado) (E1203) Talco (E553B)
Dióxido de titânio (E171) Óxido de ferro amarelo (E172)

6.2 Incompatibilidades

6.3 Prazo de validade

6.4 Precauções especiais de conservação

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.

6.5 Natureza e conteúdo do recipiente

contendo 30 comprimidos revestidos por película.

 

autorizado

 

 

 

não

Frasco de polietileno de alta densidade (PEAD) com um fecho resistente à bertura por crianças

Apresentação: 1 frasco de 30 comprimidos revestidos por película.

 

6.6 Precauções especiais de eliminação

 

 

 

 

 

Qualquer medicamento não utilizado ou resíduos devem ser eliminados de acordo com as exigências

locais.

 

 

 

Medicamento

 

 

 

7.

TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Gilead Sciences International Limited

 

 

 

Cambridge

 

 

 

CB21 6GT

 

 

 

Reino Unido

 

 

 

8.

NÚMERO(S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

EU/1/13/883/002

9.DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Data da primeira autorização: 13 de Novembro de 2013

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO

Está disponível informação pormenorizada sobre este medicamento no sítio da internet da Agência Europeia de Medicamentos: http://www.ema.europa.eu.

 

 

não

autorizado

 

 

Medicamento

 

 

 

 

 

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